<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650</id><updated>2011-11-28T00:18:41.650Z</updated><title type='text'>O Mundo das Plantas Carnívoras</title><subtitle type='html'>Tudo sobre o fascinante mundo das plantas carnívoras</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>29</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-7637648357898816610</id><published>2009-12-01T13:20:00.000Z</published><updated>2009-12-01T13:20:47.277Z</updated><title type='text'>Como construir um Terrário</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Como construir um Terrário&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conforme a nossa paixão e conhecimento por estas plantas vai crescendo, normalmente, o número de plantas e espécies também aumenta na nossa colecção. Com o avançar do tempo, começamos a sentir a necessidade de ter um terrário, para aquela espécie mais sensível, germinar sementes, ou simplemente por uma questao de estética. Este tutorial é para todas essas pessoas que pretendem fazer um terrário para as suas plantas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem varios tipos de terrários/aquários á venda para todos os gostos e bolsas. Se não pretende ter muito trabalho e tem algum dinheiro extra para gastar, a melhor opção é mesmo comprar um.&lt;br /&gt;Se gosta e tem jeito para a bricolage e tem material em casa que possa aproveitar, aconselho vivamente a utilizá-lo. Não só poupa dinheiro como pode construir o terrário consuante as suas necessidades.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;factores a ter em conta na construção de um terrário:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;1.&lt;/span&gt; - O terrário deve ter um tamanho adequado ao tipo e número de plantas que se pretende lá colocar.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;2.&lt;/span&gt; - Luzes, humidificador, temporizador, higrómetro, uma ventoínha para ventilação e papel de alumínio.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;2.1.&lt;/span&gt; - Aconselho um Kit de iluminação 2x75w(lâmpadas fluorescentes) - Growing 6500ºK Day Light com respectivo reflector, é o suficiente na maioria dos casos. O que devemos ter em mente é que, o total de watts não seja inferior a 125w, de resto, podem ser usadas 2, 4 ou mais lâmpadas.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;2.2.&lt;/span&gt; - Apesar de opcional é sempre uma mais valia para obter o nível desejado de húmidade.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;2.3.&lt;/span&gt; - existem vários modelos, analógicos e digitais para todos os gostos e preços, escolha um a seu gosto.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;2.4.&lt;/span&gt; - Fundamental para controlar a percentagem de húmidade no terrário.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;2.5.&lt;/span&gt; - Qualquer vulgar ventoínha de PC serve perfeitamente para o efeito.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;2.6.&lt;/span&gt; - Para forrar o terrário exteriormente, para maximizar a luminosidade.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Existem no mercado alternativas de melhor qualidade á venda, mas mais dispendiosas.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se for para um terrário com dimensões consideráveis, aconselho a usar papel reflector de melhor qualidade, não só pelas razões óbvias, mas também, porque em superfícies grandes se torna difícil trabalhar com a folha de alumínio devido ao facto de ser muito fina.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;3.&lt;/span&gt; - Depois de construído e com as plantas lá dentro, colocar o terrário num local fixo. Mudar o terrário de um lado para o outro sem ter um sítio certo, só irá prejudicar o desenvolvimento das plantas ou mesmo levar a alguns acidentes indesejáveis. Leve em consideração que, futuramente, vai necessitar de acesso ao terrário para manutençao, rega, etc.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Assim que tiver o material necessário, mãos-á-obra!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste tutorial foi usado um aquário que tinha guardado á vários anos sem uso.&lt;br /&gt;Decidi, por isso, "reciclá-lo" e transformá-lo num terrário para as minhas carnívoras! :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Material:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;- Aquário de vidro(C80xL40xA60cm)&lt;br /&gt;- Kit de iluminação 2x75w(lâmpadas fluorescentes) - Growing 6500ºK Day Light com respectivo reflector.&lt;br /&gt;- Ventoinha de PC&lt;br /&gt;- Higrómetro analógico&lt;br /&gt;- temporizador analógico&lt;br /&gt;- Folha de alumínio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;1º Passo:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Independentemente da opção escolhida(terrário comprado ou construído), devemos antes demais, lavar bem o terrário antes de colocar qualquer material lá dentro. Devemos lavar com água destilada, da chuva ou por osmose inversa. O importante é não lavar com água normal pois vai contaminar o terrário com substâncias nocivas que mais tarde poderão afectar o desenvolvimento das plantas. Feito isto, podemos começar a montar o terrário para receber as plantas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;2º passo:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Colocação do papel de alumínio.&lt;br /&gt;esta parte é simples, pega-se na folha de alumínio corta-se á medida e com um pouco de fita adesiva, cobrimos o lado esquerdo, direito e a parte de trás do terrário. Atenção, a parte reflectora deve ficar virada para dentro do terrário, como é obvio!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;3º passo:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim que tivermos o terrário bem lavado e seco e com a folha de aluminio posta, podemos passar para a fase seguinte: a colocação do substrato(solo). Começamos por colocar argila expândida(o objectivo da arguila expândida é conservar a água e aumentar o nível de húmidade) no fundo do terrário, 2 a 3cm de arguila expândida é suficiente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/expandida2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/expandida2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;3.1.&lt;/span&gt; - Se a sua intenção é colocar as plantas no terrário nos seus próprios vasos, então, pode avançar para o &lt;b&gt;5º passo&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;3.2.&lt;/span&gt; - Se a intenção é colocar as plantas, directamente no solo do terrário, continue a seguir o tutorial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;4º passo:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De seguida, iremos colocar o restante solo, neste caso uma mistura previamente feita de turfa loira(2/3) e perlite(1/3). Nesta fase é a sua imaginação que deve entrar em acção! Tanto pode espalhar o solo uniformemente ou colocar um pequeno monte num dos cantos do terrário. Como referi, a imaginação é o limite. O importante é que a parte mais baixa tenha no minímo 4 a 5cm de solo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;5º passo:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora que temos o solo colocado no terrário, passemos á fase da colocação das nossas queridas plantinhas! :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;5.1.&lt;/span&gt; - Se optou por colocar as plantas com os vasos, basta pousa-los na arguila expândida tal como estão, da forma que achar mais conveniente. Avance para o &lt;b&gt;6º passo&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;5.2.&lt;/span&gt; - Se preferiu colocar as plantas directamente no solo, continue a seguir o tutorial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A melhor maneira para colocar as plantas dentro do terrário é, tirá-las dos vasos tal como estão(com solo e tudo), e coloca-las no solo do terrário em buracos previamente feitos á medida dos mesmos.&lt;br /&gt;Esta é a melhor maneira sem causar grande transtorno para as plantas ou raízes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;6º passo:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Temos o nosso terrário quase pronto, já só nos falta montar os restantes acessórios!&lt;br /&gt;Colocação do termómetro, higrómetro, ventoínha, iluminação e húmidificador/nebulizador(este último é opcional, siga as instruções do produto para a montagem e utilização).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Termómetro&lt;/b&gt; - Sensívelmente a meio da altura do terrário. Dependendo do modelo, pode inclusivé, ficar pousado no substrato.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Higrómetro&lt;/b&gt; - Tal como o termómetro depende do modelo escolhido. Pode ficar pousado no substrato. Não colocar próximo da iluminação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Ventoínha&lt;/b&gt; - Deve ser colocada na metade superior do terrário. Mais uma vez, atenção com a proximidade da iluminação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Iluminação&lt;/b&gt; - É a última coisa a ser colocada no terrário. Se optou por um kit, basta colocá-lo na parte superior da terrário. Siga as instruções de montagem do produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especial atenção na colocação do termómetro e higrómetro, não colocar perto da iluminação, pois vai dar leituras elevadas erradamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas fotos seguintes poderá ficar com uma ideia do resultado final:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/DSCN0586-1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/DSCN0586-1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/DSCN0757-1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/DSCN0757-1.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste momento é como eu tenho o meu terrário!&lt;br /&gt;Num futuro próximo, irei mudar o sistema de iluminação por um mais comprido. Este é um pouco curto e a luminosidade não é suficiente. Também pretendo colocar no laguinho um nebulizador para aumentar a húmidade. Acho que vai ficar bacano. Optei por não colocar nenhuma ventoínha devido ao tamanho do terrário. Conforme está tem ventilação suficiente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Algumas lojas onde comprar material:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Plantas:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;http://www.czplants.com&lt;br /&gt;http://www.carnivoras.org&lt;br /&gt;http://www.karnivores.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Acessórios:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;http://www.rsdiscus.com.br&lt;br /&gt;http://cognoscitiva.com&lt;br /&gt;http://www.termomed.net&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Substratos:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;http://www.sipqa.com/produtos_02turf1prof.htm&lt;br /&gt;http://www.liscampo.com/Floracampo.htm (representante "sipqa" da zona norte de Portugal)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que com este tutorial, tenha ficado com uma ideia clara de como construir um terrário. E fique com uma pequena obra de arte da qual possa apreciar, adorar e ficar orgulhoso(a)! :)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-7637648357898816610?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/7637648357898816610/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/12/como-construir-um-terrario.html#comment-form' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/7637648357898816610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/7637648357898816610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/12/como-construir-um-terrario.html' title='Como construir um Terrário'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-3000828601920435991</id><published>2009-11-30T18:20:00.007Z</published><updated>2009-11-30T18:28:34.070Z</updated><title type='text'>Plantas Carnívoras no Mundo - América do Sul</title><content type='html'>A América do Sul é das zona do mundo com um maior número de espécies de plantas carnívoras.&lt;br /&gt;Da Venezuela ao Brasil, é nesta zona que cresce a belissíma &lt;i&gt;Heliamphora&lt;/i&gt;, passando pelas belas e adoráveis espécies de &lt;i&gt;Droseras&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/pinguiculaantarctica1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/pinguiculaantarctica1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Pinguicula&lt;/i&gt;&lt;span id="result_box"&gt;&lt;span style="background-color: white;" title="Not only does it have species from several genera, it is endowed with the tepuis of Venezuela, Brazil, and Guyana, where Heliamphora and other spectacular carnivorous plants grow."&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;São poucas as plantas desta espécie nesta parte do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. antarctica&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Argentina e Chile. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. calyptrata&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Colômbia, Equador, e Peru.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. chilensis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Argentina e Chile. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. elongata&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Colômbia e Venezuela.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. involuta&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Bolívia e Peru.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. jarmilae&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Bolívia.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/droseracapillarisxintermedia1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/droseracapillarisxintermedia1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Drosera&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Esta género encontra-se bem representado, algumas das espécies encontradas são das mais belas.&lt;br /&gt;&lt;span id="result_box"&gt;&lt;span style="background-color: white;" title="Not only does it have species from several genera, it is endowed with the tepuis of Venezuela, Brazil, and Guyana, where Heliamphora and other spectacular carnivorous plants grow."&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="result_box"&gt;&lt;span style="background-color: white;" title="Not only does it have species from several genera, it is endowed with the tepuis of Venezuela, Brazil, and Guyana, where Heliamphora and other spectacular carnivorous plants grow."&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="result_box"&gt;&lt;span style="background-color: white;" title="Not only does it have species from several genera, it is endowed with the tepuis of Venezuela, Brazil, and Guyana, where Heliamphora and other spectacular carnivorous plants grow."&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="result_box"&gt;&lt;span style="background-color: white;" title="Not only does it have species from several genera, it is endowed with the tepuis of Venezuela, Brazil, and Guyana, where Heliamphora and other spectacular carnivorous plants grow."&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. arenicola&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Venezuela.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. arenicola var. occidentalis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Venezuela.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. ascendens&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Brasil.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. biflora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Venezuela.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. brevifolia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Brasil e Uruguai.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. camporupestris&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Brasil.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. capillaris&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Brasil, Colômbia e Venezuela.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. cayennensis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Brasil, Colômbia e Venezuela.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. cendeensis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Venezuela.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. chrysolepis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Brasil and Peru.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. communis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Brassil, Colômbia, Paraguai e Venezuela.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. communis var. pauciflora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Argentina, Brasil, e Paraguai.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. esmeraldae&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Colômbia e Venezuela.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. felix&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Venezuela.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. graminifolia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Brasil.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. grantsaui&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Brasil.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. hirtella&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Brasil.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. hirticalyx&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Venezuela.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. intermédia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Brasil, Suriname, e Venezuela.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. kaieteurensis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Guiana e Venezuela.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. meristocaulis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Venezuela&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. montana&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Brasil e Venezuela.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. montana var. schwackei &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;(endémica): Brasil.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. peruensis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Peru.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. roraimae&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Brasil, e Venezuela.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. sessilifolia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Brasil, e Venezuela.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. solaris&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Guiana.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. tentaculata&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Brasil. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. tomentosa&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Brasil.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. uniflora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Argentina, Chile.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. villosa&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Brasil. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. yutajensis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Venezuela. &lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/heliamphoraheterodoxaxionasi3.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/heliamphoraheterodoxaxionasi3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Heliamphora&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;Todas as espécies deste género são exclusivas da Venezuela e Norte do Brasil.&lt;span id="result_box"&gt;&lt;span style="background-color: white;" title="Not only does it have species from several genera, it is endowed with the tepuis of Venezuela, Brazil, and Guyana, where Heliamphora and other spectacular carnivorous plants grow."&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="result_box"&gt;&lt;span style="background-color: white;" title="Not only does it have species from several genera, it is endowed with the tepuis of Venezuela, Brazil, and Guyana, where Heliamphora and other spectacular carnivorous plants grow."&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: white;" title="On this page I will mention these and all of the other carnivorous plants that are known from the thirteen countries that comprise South America."&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-3000828601920435991?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/3000828601920435991/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/11/plantas-carnivoras-no-mundo-america-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/3000828601920435991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/3000828601920435991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/11/plantas-carnivoras-no-mundo-america-do.html' title='Plantas Carnívoras no Mundo - América do Sul'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-3249229431341455861</id><published>2009-11-20T18:35:00.004Z</published><updated>2009-11-20T18:38:15.271Z</updated><title type='text'>Plantas Carnívoras no Mundo - Sul de África</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste artigo, vou incluir as espécies de plantas carnívoras que ocorrem no Sul de África. Incluindo Madagáscar e Seychelles. São elas: a &lt;i&gt;Drosera&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Utricularia&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Genlisea&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Roridula&lt;/i&gt;. Começemos pela espécie mais numerosa, a &lt;i&gt;Drosera&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/Drosera_slackiiAUT_0559.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/Drosera_slackiiAUT_0559.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;Drosera&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Tal como acontece em outros locais do mundo, a espécie &lt;i&gt;Drosera&lt;/i&gt; é numerosa no Sul de África. Muitas das espécies são parecidas umas com as outras. A grande maioria é endémica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. acaulis &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;(endémica): Sul de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. admirabilis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Sul de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. afra&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Sul de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. alba&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Sul de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. aliciae&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica):Sul de África. &lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. burkeana&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. capensis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Sul de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. cistiflora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Sul de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. collinsiae&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Sul de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. aliciae × glabripes&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Sul de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. cuneifolia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;  (endémica): Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. dielsiana&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. ericgreenii&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;  (endémica): Sul e Norte de África&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. esterhuyseniae&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;  (endémica): Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. glabripes&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;   (endémica): Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. hilaris&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;  (endémica): Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. indica&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. longiscapa&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;  (endémica): Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. madagascariensis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Suazilândia, Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. natalensis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. nidiformis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;  (endémica): Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. pauciflora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;   (endémica): Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. ramentacea&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;   (endémica): Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. regia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;   (endémica):Sul e Norte de África.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. rubrifolia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;   (endémica): Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. slackii&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;   (endémica): Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. trinervia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;   (endémica): Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. venusta&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. zeyheri&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/CP_gallery_U_australis_2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/CP_gallery_U_australis_2.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;Utricularia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Tal como acontece com a &lt;i&gt;Drosera&lt;/i&gt;, a &lt;i&gt;Utricularia&lt;/i&gt;, também, tem uma quantidade considerável de espécies oriundas da África do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. arenaria&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Sul de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. australis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;:&amp;nbsp;Sul de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. benjaminiana&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Sul de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. bisquamata&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. cymbantha&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. firmula&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. foliosa&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Sul e Nortede África e também nas Américas.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. gibba&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Sul de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. inflexa&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Sul de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. livida&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Sul de África e Lesoto.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. prehensilis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. sandersonii&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Sul de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. scandens&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Sul de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. stellaris&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Sul de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. subulata&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Sul e Norte de África.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. welwitschii&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Sul e Norte de África. &lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/180px-Genlisea_hispidula.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="152" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/180px-Genlisea_hispidula.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;Genlisea hispidula&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Sul e Norte de África.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/R-dentata-02-08.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/R-dentata-02-08.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Roridula dentata&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;&lt;i&gt;Roridula gorgonias &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;(endémica):&lt;b&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;Sul de Áffrica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-3249229431341455861?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/3249229431341455861/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/11/plantas-carnivoras-no-mundo-sul-de.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/3249229431341455861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/3249229431341455861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/11/plantas-carnivoras-no-mundo-sul-de.html' title='Plantas Carnívoras no Mundo - Sul de África'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-7975196606054059763</id><published>2009-11-17T18:10:00.003Z</published><updated>2009-11-17T18:13:25.078Z</updated><title type='text'>Plantas Carnívoras no Mundo - Norte e centro de África</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O número de espécies de plantas carnívoras conhecidas em África, Madagáscar e as Ilhas Seychelles são enormes, por esse motivo, exclui as plantas carnívoras que são encontradas exclusivamente nos três países, a sul do continente: África do Sul, Lesoto e Suazilândia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/genlisealobata1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/genlisealobata1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Genlisea&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cerca de metade destas espécies deste género ocorrem em África, todas são endémicas, excepto a &lt;i&gt;G. hispidula&lt;/i&gt; que também ocorre na África do Sul:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;G. africana&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Angola, República Democrática do Congo, Zâmbia e Zimbabué.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;G. angolensis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Angola e República Democrática do Congo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;G. barthlottii&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Guiné.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;G. glandulosissima&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): República Democrática do Congo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;G. hispidula&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Nigéria, Camerões, República da África Central, Quenia, Malawi, Moçambique, Tânzania,   Zâmbia, Zimbabué África do Sul.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;G. margaretae&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Madagáscar, Tânzania e Zâmbia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;G. pallida&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Angola e Zâmbia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;G. stapfii &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;(endémica): Burkina Faso, Cote d'Ivoire, Gabão, Guiné, Guiné-Bissau, Libéria, Mali,   Senegal, Serra Leoa, Angola, Camarões, República da África Central, República Democrática do Congo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;G. subglabra&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): República Democrática do Congo, Malawi, Ruanda-Burundi, Tânzania e   Zâmbia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;G. taylorii&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Angola.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/drosemadag002.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/drosemadag002.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Drosera&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Nesta parte do mundo, a &lt;i&gt;Drosera&lt;/i&gt; está representada por espécies ainda pouco compreendidas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. affinis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Angola, República Democrática do Congo, Malawi, Mozambique, Tanzania, Zambia,    and Zimbabwe.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. bequaertii&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica):  Angola e República Democrática do Congo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. burkeana&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Angola, República Democrática do Congo, Madagáscar, Malawi, Moçambique, Tânzania,   Uganda, Zâmbia, Zimbabué e África do Sul.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. dielsiana&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Malawi, Moçambique, Zimbabué e South Africa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. elongata&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Angola.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. humbertii&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Madagáscar.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. indica&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Cote d'Ivoire, Gâmbia, Gana, Guiné, Libéria, Mali, Nigéria, Senegal,   Serra Leoa, Madagáscar, Moçambique, Tânzania, Uganda, Angola, Namíbia e África do Sul.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. katangensis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): República Democrática do Congo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. madagascariensis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Guiné, Mali, Nigéria,    Angola, Camarões, República Democrática do Congo,  Gabão, Quénia, Madagáscar, Malawi, Moçambique, Tânzania, Uganda,    Zâmbia, Zimbabué e África do Sul.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. natalensis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Madagáscar, Moçambique e África do Sul.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. pilosa&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Guiné, Camarões, Quénia e Tânzania.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-7975196606054059763?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/7975196606054059763/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/11/plantas-carnivoras-no-mundo-norte-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/7975196606054059763'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/7975196606054059763'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/11/plantas-carnivoras-no-mundo-norte-e.html' title='Plantas Carnívoras no Mundo - Norte e centro de África'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-2329279116596096514</id><published>2009-11-12T18:48:00.001Z</published><updated>2009-11-12T18:49:52.735Z</updated><title type='text'>Plantas Carnívoras no Mundo - Sudeste da Ásia e Pacífico</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O sudeste da Ásia e Pacífico, são o habitat natural de algumas das mais belas e exoticas espécies de carnívoras. Os géneros de plantas carnívoras nativas dessa região são:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Aldrovanda&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Utricularia&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Nepenthes&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Drosera&lt;/i&gt; e, claro, &lt;i&gt;Byblis&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Aldrovanda&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Esta espécie de planta carnívora foi registada, apenas, na ilha de Timor Leste. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Utricularia &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Este género faz uma exibição agradável, com várias espécies que são endêmicas da região:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. aurea&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Filipinas, Malásia, Indonésia, and Papua Nova Guiné; também na Austrália e Ásia central. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. australis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;:  Indonésia (Sumatra, Java, Nova Guiné) e Filipinas; também na Europa, Ásia Central, África, Médio Oriente, Austrália e Nova Zelândia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. bifida&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Malásia, Indonésia (Sumatra, Java, Borneo, Celebes, Nova Guiné), Filipinas,       Palau, Micronésia e Guam; também na Ásia Central e Austrália.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. caerulea&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Malásia, Indonésia (Sumatra, Borneo, Java, Nova Guiné), Filipinas, Papua Nova       Guiné, Palau, Guam; também em África, Ásia Central e Austrália.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. chrysantha&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Indonésia, Papua Nova Guiné e Austrália.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. dichotoma&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Nova Caledônia, Austrália e Nova Zelândia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. foveolata&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Filipinass, Indonésia ( ilha de Java), África, Ásia Central e Austrália.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. gibba&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Malásia, Indonésia, Filipinas,       Palau, Nova Caledônia, Ásia Central, Austrália, e Nova Zelândia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. heterosepala&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Filipinas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. hirta&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Malásia (Borneo) e Ásia Central.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. involvens&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Malásia, Ásia Central e Austrália.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. limosa&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Malásia, Indonésia (Nova Guiné), Ásia Central e Austrália.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. minor&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;:  Papua Nova Guiné; também no Norte da América, Europa, Médio Oriente e Ásia Central.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. minutissima&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Malásia, Indonésia, Papua Nova Guiné e Filipinas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. muelleri&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Papua Nova Guiné e Austrália.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. pulchra&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Indonésia (Nova Guiné).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. punctata&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Malásia, Indonésia (Sumatra, Borneo) e Ásia Central.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. scandens&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Malásia, Indonésia..&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. steenisii&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Indonésia (Sumatra).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. striatula&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Filipinas, Malásia, Indonésia (Borneo, Sumatra, Java, Maluku, Nova Guiné) e Papua Nova Guiné.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. subulata&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;:   Malásia, Indonésia e Austrália.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. uliginosa&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Malásia, Indonésia (Sumatra, Java, Borneo, Nova Guiné), Papua Nova Guiné, Palau,       Guam, Nova Caledônia e Austrália.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. vitellina&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Malásia.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Nephentes&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este género é, sem dúvida, a planta carnívora mais bela e exótica de todas as espécies. Quase todas as espécies deste género estão restritas ao Sudeste Asiático.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/nepenthesvillosa1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/nepenthesvillosa1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/nepenthesburbidgeae2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/nepenthesburbidgeae2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/nepenthesaristolochioides3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/nepenthesaristolochioides3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Drosera&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Apenas&lt;b&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;algumas espécies de Drosera ocorrem na região, e só uma delas é endémica (D. neocaledonica).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. anglica&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: USA (Hawaii); também na Europa, Ásia Central, e Norte da América.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. banksii&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Indonésia, Papua Nova Guiné e Austrália.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. burmannii&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Malásia, Indonésia (Borneo, Celebes, Nova Guiné, Java), Papua Nova Guiné e       Palau; também na Austrália e Ásia Central.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. indica&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Malásia, Filipinas, Indonésia e Papua       Nova Guiné; também em África, Ásia Central e Austrália.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. neocaledonica&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Nova Caledônia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. peltata subsp. peltata&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;:  Indonésia,       Papua Nova Guiné, Filipinas, Ásia Central, Austrália e Nova Zelândia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. petiolaris&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Indonésia (Nova Guiné) e Papua Nova Guiné e Austrália.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. rotundifolia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: supostamente existe na Indonésia (Nova Guiné); também no  Norte da América, Europa e Ásia Central.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. spatulata&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Filipinas, Indonésia (Borneo, Nova Guiné), Malásia (Borneo), e Palau; também na Ásia Central, Austrália, e Nova Zelândia.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Byblis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Está presente a espécie &lt;i&gt;B. liniflora&lt;/i&gt; - a maioria restrita à Austrália, também ocorre na Nova Guiné. Espécula-se que as plantas da Nova Guiné podem ser &lt;i&gt;B. filifolia&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-2329279116596096514?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/2329279116596096514/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/11/plantas-carnivoras-no-mundo-sudeste-da.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/2329279116596096514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/2329279116596096514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/11/plantas-carnivoras-no-mundo-sudeste-da.html' title='Plantas Carnívoras no Mundo - Sudeste da Ásia e Pacífico'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-8688091397583292372</id><published>2009-11-07T17:21:00.001Z</published><updated>2009-11-07T17:21:48.425Z</updated><title type='text'>Plantas Carnívoras no Mundo - Médio Oriente</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As grandes extensões de terras áridas do Médio Oriente não são hospitaleiras para as plantas carnívoras. Nesta área, existem apenas sete espécies de plantas carnívoras, a partir de dois géneros:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Drosera rotundifolia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Israel.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Utricularia australis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Irão, Iraque, e Yemen.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Utricularia gibba&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Egiptp e Israel.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Utricularia inflexa&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Egipto.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Utricularia minor&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Irão.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Utricularia stellaris&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Egipto.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Utricularia vulgaris&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Síria.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O baixo número de espécies de plantas carnívoras no Médio Oriente significa que, possivelmente não existe este tipo de plantas em muitos dos países da zona.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-8688091397583292372?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/8688091397583292372/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/11/plantas-carnivoras-no-mundo-medio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/8688091397583292372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/8688091397583292372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/11/plantas-carnivoras-no-mundo-medio.html' title='Plantas Carnívoras no Mundo - Médio Oriente'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-3877446154867684136</id><published>2009-10-31T16:17:00.009Z</published><updated>2009-11-04T22:30:15.222Z</updated><title type='text'>Plantas Carnívoras no Mundo - Europa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na Europa, as plantas carnívoras nativas são representadas por &lt;i&gt;Aldrovanda&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Drosera&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Drosophyllum&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Pinguicula&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;e Utricularia&lt;/i&gt;. A única endêmica Europeia é do género &lt;i&gt;Pinguicula&lt;/i&gt;. Os países com a maioria das espécies de plantas carnívoras são a França e a Espanha (cerca de 17 espécies cada), enquanto que em termos de diversidade de género temos a, Hungria, Polónia, Roménia, Rússia, Espanha, com quatro géneros cada. Abaixo fica, a lista de espécies europeias.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" id="result_box" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/aldrovandavesiculosatypjapan1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/aldrovandavesiculosatypjapan1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" id="result_box" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Aldrovanda &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Historicamente a &lt;i&gt;Aldrovanda vesiculosa&lt;/i&gt; foi encontrada em várias partes da Europa, um inventário dos países a partir da década de 1800 inclui a França, Suíça, Alemanha, Polónia, Checoslováquia, Áustria, Hungria, Roménia, Bielo-Rússia, Países Bálticos, Ucrânia, Rússia, Itália, Jugoslávia,&amp;nbsp; e Bulgária . Atualmente, só é encontrada na Hungria, Polônia, Romênia, Jugoslávia, Ucrânia e Rússia. As Populações (Introduzido ocorrer na Suíça.) têm estado em declínio devido à actividade humana - a destruição do habitat e degradação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div dir="ltr" id="result_box" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/drosolusit015t.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/drosolusit015t.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Drosophyllum &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;Drosophyllum lusitanicum&lt;/i&gt; é quase uma planta endémica europeia. O seu habitat natural é em Portugal e Espanha. No entanto, algumas plantas também são encontradas em Marrocos. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/pinguiculaagnata2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/pinguiculaagnata2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Pinguicula &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Europa é famosa pelo seu conjunto de espécies &lt;i&gt;Pinguicula.&lt;/i&gt; Embora não seja tão grande quanto a lista de espécies do México, não deixa de ser impressionante. As espécies Europeias são apresentadas abaixo:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. algida&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Russia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. alpina&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Espanha, França, Suiça, Austria, Itália, Eslovenia, Alemanha, Polónia, República Checa,  Roménia, Noruega, Suécia, Finlândia, e Russia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. balcanica&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Bosnia/Herzegovina, Juguslavia, Macedonia, Albânia, Grécia,  and Bulgaria.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. corsica&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Corsega (França).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. fiorii&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): França and Itália.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. grandiflora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (provavelmente endemica): Irlanda, Espanha, França, e Suiça.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. hirtiflora&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Itaália, Albânia, Bosnia/Herzegovina, Grécia, e Macedonia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. leptoceras&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Suiça, Austria, Itália, e França.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. longifolia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Espanha and França.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. louisii&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Albânia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. lusitanica&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Reino Unido, França, Portugal, e Espanha.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. macroceras&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Russia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. mundi &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;(endémica): Espanha.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. nevadensis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endemica): Espanha.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. poldinii&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Espanha.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. vallisneriifolia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Espanha.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. variegata&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (endémica): Russia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. villosa&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Suécia, Noruega, Finlândia, e Russia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;P. vulgaris&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Islãndia, Irlanda, Reino Unido, Noruega, Suécia, Finlândia, Russia, Dinamarca, Bélgica, Holanda, Alemanha, Polónia, Républica Checa, Eslováquia, França, Suiça, Liechtenstein, Austria, Hungria, Roménia, Portugal, Espanha, Itália, Eslovénia, e Croácia.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/droserarotundifolia.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/droserarotundifolia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Drosera&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O género &lt;i&gt;Drosera &lt;/i&gt;está  representado por apenas 3 espécies, nenhuma delas é endémica Europeia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. anglica&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Irlanda, Reino Unido, Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca, Bélgica, Holanda, Alemanha, Polónia, Replublica Checa, Eslováquia, França, Espanha, Suiça, Liechtenstein, Austria, Hungria, Romênia, Itália, Macedónia, Estónia, Latavia, Lituânia, Belarus, Ucrânia, Russia, e Georgia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. intermedia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;:  Irlanda, Reino Unido, Noruega, Suécia, Finlândia, Estonia, Latavia, Lituânia,  Belarus, Ucrânia, Russia, Georgia, Dinamarca, Bélgica, Holanda, Alemanha, Polónia, Republica Checa, Eslováquia,&amp;nbsp; França,  Suiça, Liechtenstein, Austria, Itália, Eslóvenia, Croacia, Roménia, Portugal, e Espanha.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;D. rotundifolia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Irlanda, Reino Unido, Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca, Bélgica, Holanda, Alemanha, Polónia, Checa, Eslováquia, Eslováquia, França, Espanha, Suiça, Liechtenstein, Austria, Hungria, Roménia, Itália, Macedónia, Estónia, Latvia, Lituânia, Belarus, Ucrânia, Russia, e Georgia.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/utriculariagibbasspexoleta1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/utriculariagibbasspexoleta1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" id="result_box"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div dir="ltr" id="result_box"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;Utricularia &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todas as espécies da Europa pertencem ao género &lt;i&gt;Utricularia&lt;/i&gt;, com excepção da &lt;i&gt;U. subulata&lt;/i&gt; do género &lt;i&gt;Setiscapella&lt;/i&gt;. A espécie &lt;i&gt;U. bremii &lt;/i&gt;é quase endémica, excepto para a ocorrência dessa planta no Japão. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. australis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Irlanda, Reino Unido, França, Espanha, Portugal, Bélgica, Holanda, Alemanha,  Dinamarca, Noruega, Suécia, Finlândia, Russia, Polónia, Republica Checa, Eslóvaquia, Hungria, Suiça, Itália, Eslóvenia,  Croácia, Jugoslávia, Roménia, e Bulgaria.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. bremii&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Bélgica, Dinamarca, França, Suiça, Italia, Alemanha, Republica Checa, Eslováquia,  Hungria, Ucrânia, Russia e possivelmente a Irlanda e o Reino Unido.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. gibba&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;:  Portugal, Espanha; introduzida no Reino Unido e Hungria.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. intermedia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Gronolândia, Irlanda, Reino Unido, Noruega, Suécia, Finlândia, Bélgica, Holanda,  Dinamarca, Alemanha, Polónia, França, Suiça, Italia, Austria, Republica Checa, Eslováquia, Croácia, Jugoslávia, Romênia,  Ucrânia, Russia, Georgia e possivelmente o Kazaquistão.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. minor&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Gronelândia, Islândia, Irlanda, Reino Unido, Noruega, Suécia, Finlândia, Estónia, Latavia,  Lituânia, Russia, Bélgica, Holanda, Dinamarca, Alemanha, Polónia, Republica Checa, Eslováquia, Austria, Hungria,  Roménia, Bulgária, Espanha, França, Suiça, Italia, Eslovénia, Croácia, Bosnia/Herzegovina, Jugoslávia, Albânia, and Grécia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. ochroleuca&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Gronolândia, Irlanda, Reino Unido, Noruega, Suécia, Finlândia, Bélgica, França, Alemanha,  Dinamarca, Russia; e possivelmente a Polónia. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. stygia&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Reino Unido, Dinamarca, Noruega, Suécia, Finlândia, Alemanha, Austria, Republica Checa, e a Eslováquia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. subulata&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: esta espécie, comum noutra parte do mundo, na Europa, apenas existe em Portugal.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;U. vulgaris&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;: Irlanda, Reino Unido, Bélgica, Holanda, Dinamarca, Noruega, Suécia, Finlândia,  Russia, Georgia, Arménia, Azerbeijão, Alemanha, Polónia, Republica Checa, Eslováquia, França, Espanha, Suiça, Itália,  Austria, Hungria, Eslovénia, Croácia, Bosnia/Herzegovina, Jugoslávia, Macedónia, Roménia,  Bulgaria, Albânia, e Grécia.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-3877446154867684136?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/3877446154867684136/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/plantas-carnivoras-no-mundo-europa.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/3877446154867684136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/3877446154867684136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/plantas-carnivoras-no-mundo-europa.html' title='Plantas Carnívoras no Mundo - Europa'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-1653440561118373299</id><published>2009-10-24T22:18:00.001+01:00</published><updated>2009-10-24T22:19:34.926+01:00</updated><title type='text'>Como as plantas carnivoras se movimentam?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todas as plantas têm algum poder de movimentação. Pode ser tão simples como o abanar com o vento, este simples gesto, faz a planta ficar mais forte á medida que cresce, ou o seguir do sol que se move através do céu. Mas com algumas plantas carnívoras o movimento pode ser extremamente rápido e impressionante. mas como as plantas não possuem tecido muscular, como elas fazem isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As plantas carnívoras usam três mecanismos principais de movimentação (embora os cientistas ainda discutem sobre isso).&lt;br /&gt;O primeiro mecanismo é o que &lt;i&gt;Dionaea&lt;/i&gt; usa para fechar as armadilhas. Trata-se de alterações no tamanho das células de "crescimento ácido". Quando a armadilha é activada (pôr tocar nos pêlos das folhas), a superfície externa da armadilha torna-se maior do que a parede interior. Isso faz a armadilha fechar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/Venusfliegenfalle.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/Venusfliegenfalle.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="goog_1256418783479"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_1256418783480"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_1256418783482"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_1256418783483"&gt;&lt;/span&gt; O segundo tipo de movimento é alimentado pelo crescimento de células.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os tentáculos das &lt;i&gt;Droseras&lt;/i&gt; dobram para a frente porque as células de um lado dos tentáculos superam as células do outro lado. Um terceiro tipo de efeito pode envolver a transferência de fluidos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/drosera.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="237" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/drosera.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A movimentação rápida no reino vegetal não é exclusivo das plantas carnívoras. Você provavelmente está familiarizado com plantas como a Mimosa, movem-se quando são tocadas. Basta um toque suave para esta dobrar as suas folhas e colapsar pateticamente para o solo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, nem todas as plantas carnívoras têm movimentos rápidos. Muitas capturam a presa por terem folhas em forma de recipientes(&lt;i&gt;Sarraceneas, Nephentes&lt;/i&gt;, etc), em que as presas são atraídas para lá, não tendo como escapar. Estas plantas não têm partes móveis!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/1116768137.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/1116768137.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/sarracenia-juthatip-soper.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/sarracenia-juthatip-soper.jpg" width="309" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;em resumo, as plantas carnívoras são verdadeiramente surpreendentes, elas não são criaturas de outro planeta! São plantas que desenvolveram hábitos extraordinários para sobreviver. Fascinantes, intrigantes e belas, no final elas apenas são plantas como tantas outras.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-1653440561118373299?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/1653440561118373299/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/como-as-plantas-carnivoras-se.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/1653440561118373299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/1653440561118373299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/como-as-plantas-carnivoras-se.html' title='Como as plantas carnivoras se movimentam?'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-8636143921286302750</id><published>2009-10-22T17:46:00.001+01:00</published><updated>2009-10-22T17:47:18.550+01:00</updated><title type='text'>O que é que as plantas carnívoras "comem"?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O alimento depende de onde elas vivem. Muitas plantas carnívoras, como a &lt;i&gt;Utricularia&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Aldrovanda&lt;/i&gt;, vivem com as armadilhas submersas na água. Estas plantas capturam as pequenas presas, como rotíferos, e ainda presas maiores aquáticas, tais como larvas de mosquito e até peixe.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As armadilhas no género &lt;i&gt;Genlisea&lt;/i&gt; podem até capturar protozoários, alguns cientistas pensam que são especializadas especificamente para o fazer! Enquanto isso, a &lt;i&gt;Pinguicula&lt;/i&gt; e a &lt;i&gt;Drosera&lt;/i&gt; tendem a capturar insectos voadores como mosquitos, moscas e mariposas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As &lt;i&gt;Sarracenias&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Nepenthes&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Cephalotus&lt;/i&gt;, etc, capturam insectos, especialmente moscas, mariposas, vespas, borboletas, besouros e formigas. As plantas carnívoras também capturam qualquer insecto rastejantes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/1033.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="206" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/1033.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ocasionalmente, capturam vertebrados, como ratos e pássaros. As &lt;i&gt;Nepenthes&lt;/i&gt; (o jarro de planta tropical), são uma das espécies onde tal pode acontecer. Qualquer rato ou pássaro mais distraido ou muribundo pode muito bem cair dentro de uma armadilha, e não conseguir sair pelos proprios meios, e morre. As rãs também são capturadas, mas mesmo isso é bastante raro. A &lt;i&gt;Nepenthes&lt;/i&gt; normalmente satisfaz o seu apetite voraz com o rastreamento de bugs e insectos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/1015.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/1015.jpg" width="173" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-8636143921286302750?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/8636143921286302750/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/o-que-e-que-as-plantas-carnivoras-comem.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/8636143921286302750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/8636143921286302750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/o-que-e-que-as-plantas-carnivoras-comem.html' title='O que é que as plantas carnívoras &quot;comem&quot;?'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-2724486130662497187</id><published>2009-10-20T02:13:00.003+01:00</published><updated>2009-10-20T19:42:48.169+01:00</updated><title type='text'>Video - Terrários espectaculares!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Encontrei estes videos no YouTube e, achei que devia partilha-lo com os nossos leitores. É de causar inveja a qualquer apaixonado por plantas carnívoras. Vejam e comentem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Akn_Ss5mjks&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Akn_Ss5mjks&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hK3W45vn62E&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/hK3W45vn62E&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-2724486130662497187?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/2724486130662497187/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/video-terrarium-espectacular.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/2724486130662497187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/2724486130662497187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/video-terrarium-espectacular.html' title='Video - Terrários espectaculares!'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-6529626981757763118</id><published>2009-10-17T01:08:00.000+01:00</published><updated>2009-10-17T01:08:04.066+01:00</updated><title type='text'>Fotos - Sarracenea leucophylla hibrid</title><content type='html'>Aqui ficam mais algumas fotos, desta vez de uma &lt;i&gt;Sarracenea leucophylla hibrid&lt;/i&gt;, para a delicía dos nossos leitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Sarracenea leucophylla hibrid&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/3.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/3.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/4.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-6529626981757763118?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/6529626981757763118/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/fotos-sarracenea-leucophylla-hibrid.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/6529626981757763118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/6529626981757763118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/fotos-sarracenea-leucophylla-hibrid.html' title='Fotos - Sarracenea leucophylla hibrid'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-5168377378575780253</id><published>2009-10-16T11:01:00.000+01:00</published><updated>2009-10-16T11:01:57.887+01:00</updated><title type='text'>Fotos - Cephalotus follicularis</title><content type='html'>Algumas fotos de uma das mais belas espécies de plantas carnívoras a:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Cephalotus follicularis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/Cephalotus2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/Cephalotus2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="227" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/Cephalotus2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/Cephalotus_follicularis.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="239" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/Cephalotus_follicularis.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/Cephalotus.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span id="goog_1255686587181"&gt;&lt;/span&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/Cephalotus.jpg" width="320" /&gt;&lt;span id="goog_1255686587182"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/Cephalotus_follicularis12.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/Cephalotus_follicularis12.jpg" width="273" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/Cephalotus_seedling1890.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/Cephalotus_seedling1890.jpg" width="308" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-5168377378575780253?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/5168377378575780253/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/fotos-cephalotus-follicularis.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/5168377378575780253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/5168377378575780253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/fotos-cephalotus-follicularis.html' title='Fotos - Cephalotus follicularis'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-1900358851030320989</id><published>2009-10-15T17:38:00.002+01:00</published><updated>2009-10-16T11:05:52.582+01:00</updated><title type='text'>Classificação das plantas carnívoras</title><content type='html'>&lt;table border="1" style="width: 570px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;th scope="col" width="140"&gt;&amp;nbsp; Ordem&lt;br /&gt;&lt;/th&gt;     &lt;th scope="col" width="488"&gt;Família e Género&lt;br /&gt;&lt;/th&gt;   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="en-us"&gt;Poales&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;Família&lt;b&gt; -        Bromeliaceae&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt; &lt;i&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;Género&lt;b&gt;&lt;i&gt; Brocchinia &lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;i&gt; (2) B. hectioides&lt;span lang="en-us"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;B.reducta &lt;b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; &lt;b&gt; &lt;i&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt; Género &lt;b&gt; &lt;i&gt; Catopsis&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;i&gt; (1)  C. berteroniana&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Família&lt;b&gt; -&lt;/b&gt; &lt;b&gt; Eriocaulaceae&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt; &lt;i&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt; Género&lt;i&gt; &lt;b&gt; Paepalanthus&lt;/b&gt; (1)  P .bromelioides&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="en-us"&gt;Caryophyllales&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;Família&lt;b&gt; -&lt;/b&gt;&lt;b&gt;Droseraceae&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Género&lt;i&gt;&lt;b&gt; Drosera&lt;/b&gt; (150)&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Género &lt;i&gt;&lt;b&gt;Dionaea&lt;/b&gt; (1)    D. muscipula&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Género&lt;i&gt; &lt;b&gt;Aldrovanda&lt;/b&gt; (1) A.    vesiculosa&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;Família&lt;b&gt; -&lt;/b&gt;&lt;b&gt; Nepenthaceae&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;Género&lt;i&gt; &lt;b&gt; Nepenthes&lt;/b&gt; (92)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Família&lt;b&gt;&lt;b&gt; -&lt;/b&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt; Drosophyllaceae&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Género&lt;i&gt;&lt;b&gt; Drosophyllum&lt;span lang="en-us"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;*&lt;/b&gt;&lt;i&gt; (1)    D. lusitanicum&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Família&lt;b&gt; -&lt;/b&gt;&lt;b&gt; Dioncophyllaceae&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Género&lt;i&gt; &lt;b&gt; Triphyophyllum&lt;/b&gt; (1)    T. peltatum&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="en-us"&gt;Oxalidales&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;Família&lt;b&gt; -&lt;/b&gt;&lt;b&gt; Cephalotaceae&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;Género&lt;i&gt; &lt;b&gt; Cephalotus&lt;/b&gt; (1) C. follicularis&lt;span lang="en-us"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="en-us"&gt;Ericales&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;Família -&lt;b&gt;        Sarraceniaceae&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Género&lt;b&gt;&lt;i&gt; Sarracenia &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt; (8)&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Género&lt;i&gt; &lt;b&gt; Darlingtonia&lt;/b&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;(1)&lt;b&gt; &lt;/b&gt;D. californica&lt;/i&gt;&lt;i&gt; &lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Género &lt;b&gt;&lt;i&gt;Heliamphora &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt; (&lt;span lang="en-us"&gt;9&lt;/span&gt;)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Família&lt;b&gt; -&lt;/b&gt;&lt;b&gt; Roridulaceae&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;Género&lt;b&gt;&lt;i&gt; Roridula &lt;/i&gt;**&lt;/b&gt; &lt;i&gt; (2)  R. dentata R. gorgonias&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="en-us"&gt;Lamiales&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;Família - &lt;b&gt; Lentibulariaceae &lt;span lang="en-us"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt; &amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Género&lt;i&gt;&lt;b&gt; Pinguicula&lt;/b&gt; (&lt;span lang="en-us"&gt;83&lt;/span&gt;)&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Género&lt;i&gt; &lt;b&gt; Genlisea&lt;/b&gt; (2&lt;span lang="en-us"&gt;2&lt;/span&gt;)&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Género&lt;i&gt; &lt;b&gt; Utricularia&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; &lt;b&gt;*&lt;span lang="en-us"&gt;**&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt; (218)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Família&lt;b&gt; -&lt;/b&gt;&lt;b&gt; Byblidaceae&lt;span lang="en-us"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Género&lt;i&gt; &lt;b&gt; Byblis&lt;/b&gt; (&lt;span lang="en-us"&gt;6&lt;/span&gt;) B.aquatica&amp;nbsp;&lt;span lang="en-us"&gt; &lt;/span&gt;B.filifolia &lt;span lang="en-us"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;B.gigantea&lt;span lang="en-us"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;B&lt;span lang="en-us"&gt;.&lt;/span&gt;lamellata&lt;span lang="en-us"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt; B.liniflora&lt;span lang="en-us"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;B.rorida&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Família&lt;b&gt; -&lt;/b&gt;&lt;b&gt; Martyniaceae&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="en-us"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Género &lt;i&gt;&lt;b&gt;Ibicella&lt;/b&gt; (1)    I. lutea&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Género&lt;i&gt; &lt;b&gt;Proboscidea &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt; &amp;nbsp;&lt;/b&gt;(&lt;span lang="en-us"&gt;2&lt;/span&gt;) P. lousianica&lt;span lang="en-us"&gt;&amp;nbsp;   P. parviflora&lt;/span&gt;&amp;nbsp; &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-1900358851030320989?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/1900358851030320989/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/ordem-familia-e-genero-poales-familia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/1900358851030320989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/1900358851030320989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/ordem-familia-e-genero-poales-familia.html' title='Classificação das plantas carnívoras'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-2625468392320314604</id><published>2009-10-13T18:08:00.002+01:00</published><updated>2009-10-18T06:02:49.543+01:00</updated><title type='text'>Fichas de Cultivo</title><content type='html'>Uma compilação de várias fichas de cultivo de espécies de plantas carnívoras mais comuns entre os aficcionados. Com diversa informação sobre como: cultivar, tratar, semear e reproduzir.&lt;br /&gt;Sempre útil para aprender um pouco mais, ou inclusivé, para tirar algumas dúvidas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Espécies abordadas nas fichas de cultivo:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Cephalotus&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Dionaea m. Fine Tooth x Red&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Dionaea muscipula&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Drosera adelae&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Drosera aliciae&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Drosera capensis&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Nepenthaceae&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Nepenthes alata&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Pinguicula primuliflora&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Sarracenia leucophylla hybrid&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Sarracenia purpura&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/images-1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/images-1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;a href="http://rapidshare.com/files/294486623/docs.rar"&gt;D O W N L O A D&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-2625468392320314604?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/2625468392320314604/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/fichas-de-cultivo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/2625468392320314604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/2625468392320314604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/fichas-de-cultivo.html' title='Fichas de Cultivo'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-580114289660837696</id><published>2009-10-10T02:11:00.001+01:00</published><updated>2009-10-10T02:14:56.053+01:00</updated><title type='text'>"close-ups" - Dionaea giant tooth</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para quem não sabe, a &lt;i&gt;Dionaea&lt;/i&gt; é normalmente a primeira planta carnívora comprada pelos principiantes. Não só pela sua particularidade única do movimento das armadilhas mas, também, por ser fácil de tratar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ficam aqui alguns "close-ups" de uma &lt;i&gt;Dionaea giant tooth&lt;/i&gt;:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/DSC01631.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/DSC01631.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/DSC01632.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/DSC01632.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/DSC01630-1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/DSC01630-1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/DSC01624.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/DSC01624.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp; &lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/DSC01643-1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/DSC01643-1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-580114289660837696?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/580114289660837696/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/close-ups-dionaea-giant-tooth.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/580114289660837696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/580114289660837696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/close-ups-dionaea-giant-tooth.html' title='&quot;close-ups&quot; - Dionaea giant tooth'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-5339670819717958369</id><published>2009-10-09T18:06:00.001+01:00</published><updated>2009-10-17T06:55:11.107+01:00</updated><title type='text'>Cultivar e tratar das plantas carnívoras - parte 5 (última)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;As plantas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste 5º e último artigo vamos abordar o tratamento das plantas, fundamental para um bom crescimento, mas também, para se evitar pragas e/ou doenças. Para evitar males maiores, devemos estar atentos e limpar todo e qualquer fragmento das plantas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As partes secas têm tendência a apodrecer rapidamente, especialmente numa cultura em vasos, sem grandes movimentos de ar. Assim que alguma parte da planta começa a apodrecer, devemos retira-lo imediatamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os restos de insectos também devem ser retirados(especialmente nas armadilhas das Dionaeas),visto que também podem serem atacados por fungos, propagando-se para as plantas levando à sua morte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As urnas das &lt;i&gt;Sarracenias&lt;/i&gt; durante o Outono secam, e são frequentes ataques de parasitas, para evitar esses ataques é preferível cortar as urnas secas deixando apenas as urnas novas e verdes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É também aconselhável, para quem tem as plantas em terrários ou estufas, manter o nível água dentro das urnas das &lt;i&gt;Sarracenias&lt;/i&gt; para que não seque completamente. 1 a 2 centímetros de água é o suficiente para que a planta faça uma boa digestão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro factor a ter en conta são as algas e musgos(não confundir com o esfagno), pois estes abafam as plantas, mudar as plantas do vaso para um novo, evita esse problema. Este fenómeno atinge todas as espécies de plantas carnívoras de tamanho modesto assim como também as sementes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É do conhecimento geral que as plantas Carnívoras vivem em ambientes húmidos. Poucas são as espécies que suportam ser vaporizadas com água(por ex: a Nepenthes) e muito menos regadas. Tal como foi referido no artigo sobre a rega, esta deve ser feita por baixo, quer nos vasos quer nos terrários.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Controlar frequentemente a temperatura e nivel de húmidade(especialmente em terrários e estufas. Basta um destes factores ter valores demasiado baixos ou altos para que afectem as plantas carnívoras.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Temperaturas demasiado altas pode fazer com que certas espécies de plantas não entrem no estado de hibernação(estado fundamental para um boa longevidade da planta) no Inverno. Isto leva a que a planta tenha uma vida útil bem mais reduzida. Além disso, irá provocar um aumento da evaporização da água e diminuição da húmidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algumas espécies são nativas de zonas tropicais(não entram em estado de hibernação), e não toleram temperaturas demasiado baixas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ideal nestes casos, é manter as plantas destas espécies separadas das outras de modo a ter um ambiente mais controlado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As plantas carnívoras no seu habitat natural, são encontradas em lagos e pântanos alagados em água com elevados niveis de húmidade. Por isso, é essencial manter o nível de húmidade relativamente alto e controlado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-5339670819717958369?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/5339670819717958369/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/cultivar-e-tratar-das-plantas_09.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/5339670819717958369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/5339670819717958369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/cultivar-e-tratar-das-plantas_09.html' title='Cultivar e tratar das plantas carnívoras - parte 5 (última)'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-5774798137325049081</id><published>2009-10-07T18:32:00.003+01:00</published><updated>2009-10-17T06:55:56.910+01:00</updated><title type='text'>Cultivar e tratar das plantas carnívoras - parte 4</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;Temperatura e Ventilação&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Temperatura:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/termmetro.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/termmetro.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A temperatura é outro factor importante e delicado no cultivo das plantas carnívoras. Não é fácil adaptar as exigências de conforto das plantas. Especialmente, quando se tem várias espécies diferentes no mesmo ambiente(local). A maior parte das carnívoras necessitam de um período de descanso invernal(hibernação), dependendo das espécies, a temperatura ideal é entre 5 a 7ºC ou 12 a 15ºC. A hibernação é vital para o bom desenvolvimento das plantas, sem ela, as carnívoras esgotam-se e a sua vida fica assim reduzida. O ideal é colocar as plantas num local pouco aquecido mas luminoso durante o Inverno, o ideal é uma estufa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Ventilação:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/l_00728851.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="177" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/l_00728851.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;outro factor a ter em conta, a ventilação. Caso tenha as plantas carnívoras num terrário ou estufa coloque aberturas ou uma pequena ventoinha para fazer circular o ar. Não é necessário usar ventoínhas grandes, basta uma pequena ventoínha como as usadas nos computadores de 12V. Nas estufas, pode também optar por abrir a porta ou janela(caso exista), assim que a temperatura exterior o permita. Dentro de casa, entreabra a janela quando existir bom tempo e sobretudo durante a noite, para fazer baixar a temperatura, desse modo, as plantas irão desenvolver-se melhor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Nota:&lt;/b&gt; Ventilação não é sinónimo de grandes correntes de ar, as plantas não vão apreciar ventos frescos durante tudo o dia, além disso, irá afectar o modo de crescimento das plantas. Especialmente as &lt;i&gt;Serraceneas&lt;/i&gt;, os cones podem partir ou crescer deficientemente devido a um grande fluxo de ar. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-5774798137325049081?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/5774798137325049081/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/cultivar-e-tratar-das-plantas_07.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/5774798137325049081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/5774798137325049081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/cultivar-e-tratar-das-plantas_07.html' title='Cultivar e tratar das plantas carnívoras - parte 4'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-3195272568176010119</id><published>2009-10-06T18:27:00.003+01:00</published><updated>2009-10-17T06:56:59.932+01:00</updated><title type='text'>cultivar e tratar das plantas carnívoras - parte 3</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;A Luz e Luminosidade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro factor importante da qual devemos ter em conta no cultivo das plantas carnívoras, é a luz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A luz, é essencial ao crescimento porque permite ás plantas realizar a fotossíntese, é também um factor chave para conseguir uma boa cultura.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Á dois tipos de luz: natural e artificial. Ambos os tipos, podem ser usados para as plantas carnívoras. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Luz natural: &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As carnívoras precisam de uma forte intensidade luminosa para mostrar as suas magníficas cores e uma aparência saudável. O ideal é o uso de luz natural.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Excluindo as &lt;i&gt;Pinguicularias&lt;/i&gt; e as &lt;i&gt;Nepenthes&lt;/i&gt;, que prosperam em locais com intensidade luminosa media, todas as outras suportam o sol directo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No entanto, &lt;b&gt;atenção&lt;/b&gt;, ao colocar as plantas numa janela durante o Verão, porque o vidro pode fazer de lupa e&amp;nbsp; queimar as plantas. É aconselhavel utilizar um filtro para minimizar a intensidade. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Colocar as plantas numa janela virada a norte não é aconselhado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se as plantas estiverem numa estufa, uma exposição a oeste é mais favorável durante os meses de Verão, devido à subida de temperatura (efeito de estufa). Quando expostas ao Sol directo a húmidade do solo e o nivel de agua no prato, diminuem mais rapidamente devido á evaporação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Luz artificial:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A luz artificial é amplamente usada por quem tem as plantas em terrarios, no entanto, deve reger-se por certas regras. Escolher o tipo de iluminação adequado é essencial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;existem duas possibilidades: tubos fluorescentes e as lâmpadas de vapor de sódio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/tubos_pestw.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="139" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/tubos_pestw.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Tubos fluorescentes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Barato, e económico em termos de energia, o tubo fluorescente é largamente utilizado no cultivo das plantas carnívoras. Tem a vantagem de ser relativamente fria, não aquecendo assim em demasia as plantas. No entanto, a qualidade da luz diminui com o aumento da distância entre o tubo e as plantas. Para um terrário do tamanho de um aquário até 200L, dois tubos fluorescentes 12 horas por dia é uma boa solução.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/02046393.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/02046393.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Lâmpadas de vapor de sódio&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao contrário dos tubos fluorescentes, as lâmpadas de vapor de sódio aquecem bastante e consomem muita energia, são geralmente utilizadas por especialistas e/ou em grandes superfícies. Comprar lâmpadas de uma marca reconhecida permite assegurar uma maior durabilidade das mesmas. As lâmpadas devem ter um valor em K. Para simular ao máximo a luz solar utilizar lâmpadas com um valor superior a 6000K.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ideal será um valor de 6500K.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-3195272568176010119?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/3195272568176010119/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/cultivar-e-tratar-das-plantas_06.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/3195272568176010119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/3195272568176010119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/cultivar-e-tratar-das-plantas_06.html' title='cultivar e tratar das plantas carnívoras - parte 3'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-3513015933750346742</id><published>2009-10-05T08:52:00.000+01:00</published><updated>2009-10-05T08:52:15.941+01:00</updated><title type='text'>cultivar e tratar das plantas carnívoras - parte 2</title><content type='html'>Nesta 2ª parte sobre o cultivo e tratamento das plantas carnívoras iremos abordar a rega e a àgua que deve ser usada para o efeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Rega:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Geralmente o método mais usado para regar as plantas e manter o solo sempre húmido é, o famoso prato por baixo do vaso.&lt;br /&gt;As plantas carnívoras não devem ser regadas por cima como as comuns plantas, mas sim, através deste método.&lt;br /&gt;O prato deve estar sempre com àgua, especialmente no Verão devido as altas temperaturas. No Inverno pode-se deixar secar por completo a àgua do prato mas, controlar sempre o nivel de húmidade do solo e não manter o prato sem àgua por longos períodos de tempo.&lt;br /&gt;Um nivel demasiado alto de húmidade no solo ou solos encharcados, podem levar a que as raizes das plantas apodreçam levando á morte prematura da planta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Àgua:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A àgua como todos nós sabemos, é essencial á vida, as plantas carnívoras não são excepção. Além disso, este é um dos aspectos mais importantes no tratamento destas plantas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É imperativo utilizar água doce, isenta de quaisquer tipo de sais minerais, tais como calcário ou cloro. A àgua mais indicada e usada, é sem dúvida, a àgua desmineralizada(a vulgar agua destilada, utilizada por exemplo, em ferros de engomar). A água da chuva também é indicada, embora o seu uso frequente favoreça o desenvolvimento de algas na superfície dos vasos.&lt;br /&gt;Também é possivel utilizar água "criada" por osmose inversa, bem mais limpa. Existe no mercado pequenos aparelhos que permitem "criar" essa água por um processo físico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Àgua desmineralizada(água destilada)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/aqualightpicobello.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="145" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/aqualightpicobello.jpg" width="181" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/guadestiladagr.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/guadestiladagr.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;Aparelho de Osmose Inversa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-3513015933750346742?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/3513015933750346742/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/cultivar-e-tratar-das-plantas_05.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/3513015933750346742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/3513015933750346742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/cultivar-e-tratar-das-plantas_05.html' title='cultivar e tratar das plantas carnívoras - parte 2'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-6891005370271428630</id><published>2009-10-04T04:54:00.013+01:00</published><updated>2009-10-17T07:07:50.308+01:00</updated><title type='text'>cultivar e tratar das plantas carnívoras - parte 1</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Iniciamos aqui, uma série de posts de como cultivar e tratar das plantas carnívoras. Conselhos gerais, abrangentes a todas as espécies. Comecemos pelo substrato(solo)!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Substrato:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na maioria dos casos, a turfa loira é o ingrediente principal das misturas para as plantas carnívoras. &lt;b&gt;Atenção&lt;/b&gt;, as turfas enriquecidas com adubos, podem causar danos ou mesmo a morte das plantas. O problema é que a turfa tem tendência a compactar-se e a asfixiar as raízes das plantas, é por isso que a devemos misturar com outros elementos, tais como os seguintes:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - Turfa loira&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - &lt;b&gt;Perlita&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - &lt;b&gt;Vermiculita&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - &lt;b&gt;Pouzzolane&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; - &lt;b&gt;Areia de quartzo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ideal é usar uma mistura com 75% de turfa e 25% de outra matéria citada acima, percentagens usadas na grande maioria das espécies.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No decorrer dos vários posts verá que diversas misturas de substrato(solo) foram preparadas para as diferentes espécies.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/turfa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/turfa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Turfa loira:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A turfa é constituída de matéria orgânica, principalmente de esfagno, mal decomposta. Pobre em substâncias nutritivas e de PH ácido (entre 3,5 e 4,5), ela tem o defeito de ser muito difícil de molhar quando está demasiado seca. Uma turfa de boa qualidade retorna ao seu volume inicial depois de ter sido comprimida nas palmas das mãos. Constitui a base do substrato das plantas carnívoras. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/perlita.gif" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="199" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/perlita.gif" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Perlita:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sílica pura, expande-se tipo pipocas e forma um granulado poroso quando aquecida a 1700ºC. Inerte e neutra, bem mais estável que a vermiculita, é a matéria ideal para aligeirar o meio. No inicio tem tendência a flutuar, fenómeno que desaparece quando já se encontra embebida em água.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/aislante-a-granel-de-vermiculita-14.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/aislante-a-granel-de-vermiculita-14.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;Vermiculita:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sílica de alumínio, ferro e magnésio dilata-se em folha sobe o efeito do calor. Menos inerte que a perlita e ligeiramente alcalina, a Vermiculita é&amp;nbsp; excelente para aligeirar o substrato de plantas que necessitam de uma mudança de vaso frequente.&lt;b&gt; &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/Pouzzolane.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/Pouzzolane.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pouzzolana:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É uma rocha vulcânica composta de basalto. É vendida sob a forma de berlindes porosos, que constituem um excelente meio de drenagem e aeração do solo. No entanto, a pouzzolane liberta minerais, que podem ser causa de problemas em algumas plantas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/areiadequartzo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="192" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/areiadequartzo.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Areia de quartzo:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A areia de quartzo é a única que pode ser usada. Não utilize areia calcária, pois irá provocar a morte da maioria das plantas carnívoras. Prefira areia de quartzo grossa, a fina tem tendência a compactar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-6891005370271428630?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/6891005370271428630/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/cultivar-e-tratar-das-plantas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/6891005370271428630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/6891005370271428630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/cultivar-e-tratar-das-plantas.html' title='cultivar e tratar das plantas carnívoras - parte 1'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-6823688010671878484</id><published>2009-10-01T13:54:00.001+01:00</published><updated>2009-10-17T07:09:10.090+01:00</updated><title type='text'>Estudo revela: plantas carnívoras podem ser  medicinais</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As plantas carnívoras não são os primeiros organismos que vêm à mente em termos de pesquisa para produtos médicos. Mas, numa empreitada que se assemelha à ficção científica, pesquisadores descobriram nos fluidos digestivos das plantas carnívoras angiospérmicas enzimas que podem ser úteis no controle de infecções.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A maioria das plantas sustenta o próprio crescimento absorvendo nutrientes como nitrogênio, fósforo e potássio do solo. Mas para aquelas que têm o azar de viver em regiões nas quais faltam esses nutrientes no solo, as plantas desenvolveram alternativas - como a presença de órgãos capazes de apanhar, matar e digerir insectos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns desses órgãos se desenvolvem em forma de bocas espinhentas que se fecham em torno de insectos desprevenidos que pousem nas plantas. Algumas se desenvolvem como folhas aparentemente normais recobertas de uma goma, que funciona mais ou menos como o papel caça-mosca.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outras ainda, como no caso das estruturas apresentadas pela planta &lt;i&gt;Nepenthes alata&lt;/i&gt;, são como que jarras escorregadias que funcionam como armadilhas de caça. A &lt;i&gt;Nepenthes alata&lt;/i&gt; usa uma combinação de cores brilhantes e um aroma adocicado com o objectivo de atrair insectos para dentro de sua "jarra", cujas paredes escorregadias e fossa interior repleta de um fluido ácido aprisionam e matam as vítimas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pesquisadores há muito imaginavam que o fluido contido na porção inferior da armadilha contivesse enzimas digestivas. Pesquisas anteriores confirmaram a suposição, mas ninguém sabia exactamente de que enzimas se tratava. &lt;i&gt;"A digestão das plantas dessa ordem vem sendo activamente estudada há mais de 150 anos, mesmo assim, ainda não sabemos como ela funciona porque se trata de um processo altamente complexo"&lt;/i&gt;, afirmou Chris Frazier, da Universidade do Novo México em Albuquerque.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora, Naoya Hatano, do Instituto Harima, em Riken, e Tatsuro Hamada, da Universidade de Ishikawa, no Japão, identificaram sete proteínas no fluido da planta carnívora. As plantas carnívoras eram cultivadas nos seus laboratórios, e eles recolhiam os fluidos das plantas recém-abertas para impedir contaminação pelos insectos que elas capturam.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os cientistas utilizaram uma eletroforese com gel de poliacrilamida para separar as proteínas, e um espectrômetro de massa para identificar que espécie de enzima essas proteínas tinham mais probabilidade de constituir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algumas das enzimas que encontraram eram pouco familiares. Eles então realizaram buscas em bancos de dados de proteínas para localizar enzimas com estruturas semelhantes, e perceberam que algumas delas provavelmente não tinham qualquer função digestiva.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Proteínas protectoras&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hatano e Hamada constataram que, embora três das enzimas parecessem capazes de funcionar como agentes de digestão de insectos, as restantes enzimas provavelmente desempenhavam um papel na preservação das presas, porque estavam estreitamente relacionadas às enzimas que previnem infecções por fungos e bactérias, em outras plantas. O relatório do trabalho dos pesquisadores foi publicado pelo Journal of Proteome Research.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O conceito de enzimas preservativas como parte dos sucos digestivos pode não fazer sentido à primeira vista, mas essas plantas consomem insectos de maneira muito lenta, de modo que competem com as bactérias que crescem nos insectos e roubam nutrientes às plantas, explicou Hamada. Cobrir a presa com enzimas antibacterianas mantém uma porção maior do insecto para consumo da planta, que pode aproveitar seus nutrientes mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;"Essas enzimas poderiam ser úteis na prevenção de infecções por fungos e bactérias"&lt;/i&gt;, diz Hamada. Mas novas pesquisas são necessárias a fim de determinar como aproveitar plenamente seu potencial na agricultura e medicina, acrescenta o pesquisador.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;"Determinar se as bactérias e fungos serão úteis ou prejudiciais à digestão continua incerto"&lt;/i&gt;, aponta Frazier. Como as bactérias nos intestinos humanos, elas poderiam estar auxiliando o processo digestivo. As novas proteínas talvez sirvam para imitar a actividade microbiana, como sugere Hamada, mas é igualmente possível que tenham alguma outra função que até o momento não foi compreendida, ele aponta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI2449072-EI8147,00.html"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-6823688010671878484?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/6823688010671878484/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/estudo-revela-plantas-carnivoras-podem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/6823688010671878484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/6823688010671878484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/10/estudo-revela-plantas-carnivoras-podem.html' title='Estudo revela: plantas carnívoras podem ser  medicinais'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-2735258397503125723</id><published>2009-09-29T18:07:00.006+01:00</published><updated>2009-10-17T06:53:56.542+01:00</updated><title type='text'>Terrários e Estufas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tanto os &lt;b&gt;terrários&lt;/b&gt; como as &lt;b&gt;estufas&lt;/b&gt;, são óptimos para ter um ambiente controlado para as plantas carnívoras. Recriando assim, um ambiente o mais próximo possivel do habitat natural das plantas. Os terrários e as estufas podem ser construídos ou comprados para estarem no interior como no exterior, podem ser móveis ou fixos. Existem terrários e estufas de vários tamanhos e formas á venda em lojas da especialidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas os aficcionados nestas plantas, na maioria das vezes, constroem o seu próprio terrário ou estufa. Tudo depende do local onde queremos ter as plantas, do espaço que se tem disponível, e claro, do gosto pessoal de cada um.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Terrários:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Falemos primeiro dos terrários, além de esteticamente serem mais bonitos do que uma estufa, também tem a vantagem de se poder ter dentro de casa com maior facilidade. Sendo óptimos para adornar qualquer sala. Normalmente as pessoas, á primeira vista, confundem-nos com aquários, mas assim que se aproximam e observam com mais atenção, chegam á conclusão que estão enganados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É verdade que os terrários na maioria dos casos, são construidos apartir de aquários ou do mesmo material. Devido ao facto de ser mais fácil adquiri-los nas lojas mas também por ser ideal para o objectivo proposto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os terrários podem ter vários tamanhos e formas, dependendo mais uma vez, do gosto pessoal e do espaço disponível onde se pretende coloca-lo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para ter um terrário no interior é necessário ter em atenção alguns aspectos importantes:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1. Luminosidade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este é talvez o factor mais importante a ter em conta, quando temos um terrário no interior. As plantas carnívoras precisam de muita luminosidade para fazerem a fotossíntese, tal como todas as outras plantas, por isso, o local ideal é próximo a uma janela, virada para sul. Não sendo possível, é indispensável o uso de um sistema luz artificial, de modo a garantir a quantidade de luz necessária para a planta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nas lojas da especialidade ou na internet, existem vários sistemas para todos os gostos e necessidades.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. Temperatura e Luminosidade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A temperatura e a húmidade são mais dois factores a ter em conta, porque as variações bruscas de temperatura e/ou húmidade vão afectar as plantas. Estas variações podem fazer as plantas entrar em estado de dormência(todas as plantas perenes têm estado de dormência) artificial ou até morrer. Por isso, o ideal é ter um termómetro para controlar a temperatura, e um higrómetro para medir a húmidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As plantas carnívoras necessitam de altos indíces de húmidade porque a grande maioria delas vive em pântanos e zonas tropicais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/DSCN0586.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/DSCN0586.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Exemplo de um terrário&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Estufas:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As estufas são ideais para quem tem jardim ou quintal porque precisam de mais espaço para serem construídas. Mais uma vez saliento que, tudo depende do gosto pessoal de cada um e do espaço.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tal como os terrários existem estufas de várias formas e tamanhos, á venda em qualquer loja de jardinagem, algumas em kits, prontas a serem montadas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As estufas têm várias vantagens em relação aos terrários: são maiores, mais espaçosas e as plantas obtêm luz para a fotossíntese duma forma natural. Em relação á temperatura e húmidade, depende da(s) espécie(s) em questão mas, normalmente usa-se a mesma técnica usada no terrário, ou seja, basta um termómetro e um higrómetro para as controlar. Geralmente não é necessário recorrer a sistemas para controlar estes dois factores, mas se quiser ter um ambiente bem controlado, é o ideial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro ponto a ter em conta é a ventilação, uma estufa deve ser ventilada para melhor controlar a temperatura e húmidade. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/estufa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/estufa.jpg" width="303" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Exemplo de uma estufa&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-2735258397503125723?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/2735258397503125723/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/09/terrarios-e-estufas.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/2735258397503125723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/2735258397503125723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/09/terrarios-e-estufas.html' title='Terrários e Estufas'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-8382881077015820200</id><published>2009-09-28T17:38:00.006+01:00</published><updated>2009-10-17T06:51:18.237+01:00</updated><title type='text'>Descoberta uma planta carnívora gigante</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma nova espécie de planta carnívora gigante foi descoberta na área central das Filipinas. A planta é uma das maiores do tipo, e pode alimentar-se inclusive de pequenos mamíferos, tais como ratos. Durante a expedição que descobriu a nova espécie, a equipa de botânicos também encontrou samambaias rosadas e cogumelos azuis que não conseguiram identificar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/nepenthesattenboughii.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/nepenthesattenboughii.jpg" width="213" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/?action=view&amp;amp;current=nepenthesattenboughii.jpg" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acreditava-se na existência desta espécie de planta carnívora desde 2000, quando dois missionários tentaram escalar o Monte Vitória, um ponto pouco visitado da área central das Filipinas, e avistaram a planta. A história chamou a atenção do explorador britânico &lt;i&gt;Stewart McPherson&lt;/i&gt;, do botânico &lt;i&gt;Alastair Robinson&lt;/i&gt; e de Andreas Fleischmann, especialistas em plantas carnívoras.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2007, os especialistas viajaram durante dois meses para as Filipinas. Lá, a 1600 metros acima do nível do mar, encontraram a nova espécie. De acordo com McPherson, eles de imediato perceberam que a planta encontrada não era de uma espécie conhecida. A planta recebeu o nome científico de &lt;i&gt;Nepenthes attenboroughii&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante a expedição, a equipa de McPherson também encontrou plantas da espécie &lt;i&gt;Nepenthes deaniana&lt;/i&gt;, que não era encontrada na natureza há mais de cem anos. O único exemplar desta espécie foi perdido num incêndio em 1945.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;McPherson afirma que a nova espécie é uma das maiores plantas carnívoras conhecidas pelo homem. “&lt;i&gt;Ela produz armadilhas espetaculares, que capturam não apenas insetos, mas também roedores do tamanho de ratos&lt;/i&gt;”, diz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A planta não cresce em grande quantidade, mas McPherson acredita que a inacessibilidade do local em que ela é encontrada possa impedir que sofra com o ataque de humanos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/nepenthesattenboroughii.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/nepenthesattenboroughii.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://hypescience.com/"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-8382881077015820200?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/8382881077015820200/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/09/descoberta-uma-planta-carnivora-gigante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/8382881077015820200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/8382881077015820200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/09/descoberta-uma-planta-carnivora-gigante.html' title='Descoberta uma planta carnívora gigante'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-113326124078944238</id><published>2009-09-28T15:48:00.003+01:00</published><updated>2009-10-17T07:11:02.185+01:00</updated><title type='text'>Pragas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste post vamos abordar as praças que normalmente atacam as plantas carnívoras. Assim como alguns modos de as prevenir e desinfestar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/?action=view&amp;amp;current=formiga.gif" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Photobucket" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/formiga.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As formigas aparecem especialmente nas plantas que estão no exterior. Muitas vezes elas transportam pulgões e outros pequenas pragas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As formigas cortadeiras são as mais perigosas porque, cortam as folhas das plantas para levar para o formigueiro para servir de alimento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Felizmente, esta espécie de formigas não existe em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Abrigos:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;jardins&lt;br /&gt;Calçadas&lt;br /&gt;Debaixo de pedras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Doenças transmitidas:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Bactérias&lt;br /&gt;Vírus&lt;br /&gt;Infecções&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Prevenção:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;coloque em torno do pé da planta ou vaso, uma mecha de algodão humidecido com inseticida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Desinfestação:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Iscas formicidas, pós-secos, termonebulização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/?action=view&amp;amp;current=pulgoes.gif" target="_blank"&gt;&lt;img alt="plgoes" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/pulgoes.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São insectos minúsculos com formato de pêra, sem asas, e uma côr que varia entre o verde e o roxo. Reproduzem-se com extrema facilidade e rapidez, as fêmeas depositam os ovos férteis sem a necessidade de cópula. Alimentam-se da seiva das plantas. São os comparsas ideais de algumas espécies de formigas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Abrigos:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Plantas ornamentais&lt;br /&gt;Plantas holerícolas&lt;br /&gt;Plantas frutíferas&lt;br /&gt;Ervas daninhas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Prevenção:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Verificar se existe a presença de pulgões nas brotações, botões florais caules e folhas. Podar o local ou fazer uma limpeza com algodão embebecido em água com sabão de côco ou similar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Desinfestação:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Óleo Mineral ou produtos indicados para o controle de pulgões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/?action=view&amp;amp;current=lagarta.gif" target="_blank"&gt;&lt;img alt="lagartas" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/lagarta.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Geralmente são grandes o suficiente para serem detectadas e, portanto, facéis de erradicar. Elas conseguem dizimar uma planta carnívora em apenas alguns dias. Elimine as lagartas manualmente, tirando-as cuidadosamente da planta ou aplique um lagarticida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Abrigos:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Jardins&lt;br /&gt;Folhas&lt;br /&gt;Árvores&lt;br /&gt;Debaixo de pedras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Prevenção:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Aplicar produtos biológicos em redor da planta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Desinfestação:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Produtos indicados para o controle de lagartas e lesmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/?action=view&amp;amp;current=grilo.gif" target="_blank"&gt;&lt;img alt="grilos" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/grilo.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem não conhece os grilos, animais engraçados, com o seu som caraterístico entoado nas noites quentes de Verão. O problema é que podem ser prejudiciais para as plantas como os anteriores animais referidos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aparecem em bandos durante o Verão, e atacam geralmente as folhas das plantas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Têm hábitos noturnos, quando abandonam os seus abrigos(tocas), atacam as plantas especialmente a base do caule, provocando o tombamento das mesmas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Abrigos:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Tocas e buracos na terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Prevenção:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Aplicar produtos biológicos em redor da planta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Desinfestação:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O melhor método é através da catação dos animais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-113326124078944238?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/113326124078944238/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/09/pragas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/113326124078944238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/113326124078944238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/09/pragas.html' title='Pragas'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-4993211123759361305</id><published>2009-09-28T15:35:00.001+01:00</published><updated>2009-10-17T07:12:00.400+01:00</updated><title type='text'>Doenças</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No artigo de hoje iremos abordar as doenças mais vulgares que afectam as plantas carnívoras. Doenças essas que podem ser causadas por uma variedade de factores e condições.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pontos pretos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isto é típico acontecer nas armadilhas da Dioneia. Aparecem pontos pretos que se propagam pelas folhas. Os pontos vão-se espalhando até cobrirem a folha toda, começando esta apodrecer e cai.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pontos côr-de-ferrugem&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;É típico acontecer na Nepenthes. Causa o aparecimento de pontos castanhos- alaranjados nas folhas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"Mofo"&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acontece geralmente às sementes mal elas começam a germinar. Também pode afectar algumas Sundews. É semelhante a mofo cinzento. Aparece quando a humidade está alta, existe pouca luminosidade e ventilação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"Lodo"&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aparece na superfície do solo e parece-se com lodo verde dos pântamos ou poças d água. Simplesmente raspe a superfície ou transplante a planta para um novo solo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fuligem&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parece fuligem preta, daí o nome. Pode cobrir toda ou parcialmente a planta. Basta usar água para remover. Na verdade, não afecta a planta de nenhum modo mas, fica feio. Também pode ser sinal de outro fungo presente na planta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todas estas doenças podem ser tratadas com fungicidas. Mas deve-se levar em conta as características da espécie em causa, para sabermos se podemos ou não, aplicar este tipo de produtos. Ao usa-los devemos sempre, ler com atenção, e seguir as intruções de uso da embalagem. Usar e guardar sempre este tipo de produtos longe de crianças e animais de estimação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-4993211123759361305?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/4993211123759361305/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/09/doencas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/4993211123759361305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/4993211123759361305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/09/doencas.html' title='Doenças'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-3991222146839394951</id><published>2009-09-27T19:51:00.005+01:00</published><updated>2009-10-17T07:13:07.730+01:00</updated><title type='text'>Familías e Espécies</title><content type='html'>As plantas carnívoras dividem-se em 4 famílias contendo varias espécies. São elas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- &lt;i&gt;Sarraceneaceae&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;- Nephentaceae&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;- Droseraceae&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;- Lentibulariaceae&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;b style="font-weight: normal;"&gt;Comecemos pela &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;Sarraceneaceae.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;b style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;Sarraceniaceae&lt;/i&gt;  é uma família de plantas angiospérmicas (plantas com flôr), pertencente  á ordem &lt;i&gt;Ericales&lt;/i&gt;. O grupo engloba 24 espécies, classificadas em três géneros de plantas carnívoras. As &lt;i&gt;Sarracenias&lt;/i&gt; atraem as presas através do cheiro característico do seu néctar e aprisionam-nas dentro de folhas de formato tubular, cheias de água e enzimas digestivas (bactérias no caso de &lt;i&gt;Darlingtonia&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os gêneros &lt;i&gt;Darlingtonia&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Sarracenia&lt;/i&gt; são oriundos da América do Norte, enquanto que as espécies de &lt;i&gt;Heliamphora&lt;/i&gt; são nativas da América do Sul. As &lt;i&gt;Sarracenias&lt;/i&gt; crescem em solos pobres em nutrientes, de características ácidas, e usam os insectos capturados como suplemento nutricional.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São plantas perenes, que crescem todos os anos a partir de um rizoma e que desaparecem durante o Inverno.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=darlingtoniacalifornicatypgreen1.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Photobucket" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/darlingtoniacalifornicatypgreen1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=heliamphoraheterodoxaxionasi3.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="sarracenea 2" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/heliamphoraheterodoxaxionasi3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=sarracenia.jpg" target="_blank"&gt;&amp;nbsp;&lt;img alt="sarracenea" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/sarracenia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=sarracenialeucophyllatypdarkredandw.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Photobucket" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/sarracenialeucophyllatypdarkredandw.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Espécies de Sarraceneas&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A seguir temos a familía Nepenthaceae que é uma família de plantas carnívoras angiospérmicas (plantas com flôr), pertencente  á ordem &lt;i&gt;Caryophyllales&lt;/i&gt;. O grupo  monotípico conta apenas com um género, &lt;i&gt;Nepenthes&lt;/i&gt;, que ocorre nos trópicos do Velho Mundo, nomeadamente no sul da China, Indonésia e Filipinas, Malàsia, Madagascar, Ilhas Seychelles, Austrália, Nova Caledénia, Índia e Sri Lanka.As plantas desta família possuem na ponta de suas folhas estruturas semelhantes a jarros, sendo na verdade continuações da própria folha modificadas, com as bordas do limbo unidas formando uma ânfora.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sobre a abertura desta ânfora encontra-se uma estrutura semelhante a uma "tampa", normalmente colorida, servindo de protecção estética para que a armadilha não se encharque. Isso faz com que apenas uma porção de líquido se encontre no seu interior, e é neste líquido que insectos, aranhas, e mesmo pequenos pássaros ficam presos ao escorregarem para dentro do tubo. Atraídos pelas cores e pelos odores segregados pelas glândulas situadas na base da tampa. Uma vez dentro, uma parede cerosa e pêlos no interior da folha voltados para baixo evitam que esta possa ser escalada, e é ali os animais são digeridos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta família possui os maiores espécimes de plantas carnívoras, e tem a forma de uma trepadeira (sendo que a estrutura entre a folha e a armadilha actua na sustentação da planta, de maneira anóloga são gavinhas das videiras).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=nepenthesalata1.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Photobucket" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/nepenthesalata1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=nepenthesaristolochioides3.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="nephentes 3" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/nepenthesaristolochioides3.jpg" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=nepenthesbicalcarata1.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="nephentes 2" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/nepenthesbicalcarata1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=nepenthescopelandii1.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="nephentes" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/nepenthescopelandii1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Espécies de Nephentes&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Droseraceae&lt;/i&gt; é família compreende uma longa lista de plantas. Caracterizam-se por apresentar folhas dispostas em forma de roseta. As &lt;i&gt;Droseras&lt;/i&gt; possuem folhas cobertas por pêlos que produzem uma substância pegajosa, a mucilagem. Ao pousar na folha da planta, o animal fica preso nas gotas. Quanto mais ele se debate para escapar, mais preso fica. Depois da captura, a planta começa a produzir enzimas digestivas que vão digerir o insecto ou pequeno animal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=droseraaffinistypsouthafrica1.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Photobucket" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/droseraaffinistypsouthafrica1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=droseracapillarisxintermedia1.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="drosera 3" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/droseracapillarisxintermedia1.jpg" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=droserarotundifolia2.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="drosera" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/droserarotundifolia2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=droserafiliformisvartracyi2.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="drosera 2" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/droserafiliformisvartracyi2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Espécies de Droseras&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Lentibulariaceae&lt;/i&gt;  é uma família de plantas angiospérmicas (plantas com flôr), pertencente  á ordem Lamiales. A ordem  á qual pertence esta família está por sua vez incluída na classe &lt;i&gt;Magnoliopsida&lt;/i&gt; (Dicotiledneas), desenvolvem portanto embriões com dois ou mais cotildones.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta família composta por 716 espécies repartidas por 3 géneros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São plantas herbáceas, carnívoras, anuais ou vivazes, terrestres ou aquáticas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta família era anteriormente integrada na ordem &lt;i&gt;Scrophulariales&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=pinguiculaagnataxgypsicola1.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="pinguicula 3" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/pinguiculaagnataxgypsicola1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=pinguiculaagnata2.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Photobucket" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/pinguiculaagnata2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=pinguiculacyclosecta1.jpg" target="_blank"&gt;&amp;nbsp;&lt;img alt="pinguicula 2" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/pinguiculacyclosecta1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=pinguiculaehlersiae1.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="pinguicula" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/pinguiculaehlersiae1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Espécies de Lentibularias&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-3991222146839394951?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/3991222146839394951/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/09/familias-e-especies.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/3991222146839394951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/3991222146839394951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/09/familias-e-especies.html' title='Familías e Espécies'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-7838578420806366546</id><published>2009-09-25T17:52:00.003+01:00</published><updated>2009-10-17T07:14:45.107+01:00</updated><title type='text'>Conselhos e dicas para iniciantes</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No artigo de hoje, vamos abordar várias dúvidas e questões que normalmente as pessoas têm ao se iniciarem no cultivo das plantas carnívoras.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se tem alguma dúvida que não esteja aqui respondida, contacte-nos!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1. Quero iniciar-me no mundo das plantas carnívoras, qual a melhor planta para começar?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Normalmente as pessoas ao conhecerem as plantas carnívoras, vêem fotos das plantas mais exóticas, belas e coloridas, mas na maioria dos casos quanto mais exótica é a planta, mais difícil é de manter.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois são necessárias condições especiais, o que pode se tornar dificil para quem quer começar, levando por vezes, á desilusão e desistência de continuar. Por esse motivo, a nossa recomendação vai para, a Dioneia múscipula, Drosera capensis ou então, Sarracenia púrpura. Isto porque são plantas fáceis de manter e tratar, ideais para iniciar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. Posso ter plantas carnívoras dentro de casa, ou deverão estar no exterior?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É a pergunta que é feita com muita frequência, qual o melhor sítio para ter as plantas carnívoras...Pela nossa experiência, não há um local que sirva para todas as carnívoras, pois depende de espécie para espécie. Por esse motivo, deve-se consultar as necessidades especificas de cada espécie e verificar se o local em que as queremos colocar satisfazem essas necessidades. Deve-se ter em conta a quantidade de luz, a temperatura e a humidade do local.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois da análise ao local devemos concluir se podemos ou não ter as plantas nesse local durante todo o ano ou apenas em algumas estações. Por exemplo uma Dionaea pode estar dentro de casa na Primavera e Verão mas, deve estar exposta ao frio durante o Outono e o Inverno(a Dionaea é uma planta perene, ou seja, tem estado de dormência).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3. Que tipo de água devo usar para regar as plantas carnívoras?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A àgua tem de ser pura, sem compostos dissolvidos. Normalmente a àgua usada na rega das plantas carnívoras é àgua destilada, mas também pode ser usada água da chuva. É também comum o uso de sistemas de osmose inversa(são sistemas que filtram a àgua através de filtros de carvão).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4. Que tipo de terra devo usar para as plantas carnívoras?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Terra normal ou para plantas de interior, que se encontra nas lojas, não serve. As plantas carnívoras no seu habitat natural, vivem em solos pobres, os nutrientes necessários para as plantas "normais" são prejudiciais para as plantas carnívoras.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso as carnívoras precisam de solos com um pH baixo, que não é o caso das plantas de interior. Deve-se usar sempre solos específicos para as carnívoras(perlite, vermiculite, sphagnum, etc).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;5. Está a nascer um caule floral na minha dionaea, o que devo fazer?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existe a ideia de que se deve cortar o caule floral das Dionaeas porque se não elas ficam fracas e morrem. O que não é verdade porque, apesar do caule floral utilizar muita energia da planta, se esta estiver saudável não há qualquer problema em deixar florir o caule. Tudo depende se queremos sementes ou não. Ao cortar o caule floral, a energia é aproveitada pela planta fazendo com que a planta fique maior.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;6. O que desencadea o estado de dormência?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algumas espécies de plantas carnívoras são perenes, ou seja, têm estado de dormência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O estado de dormência pode ser desencadeado por dois factores:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;Devido à redução de horas de sol durante o Outono e Inverno(designado por fotoperíodo).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;-&lt;/b&gt; Devido à diminuição das temperaturas médias (temperaturas abaixo de 15ºC).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;6.1. Quais são os sinais do estado de dormência?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O estado de dormência é fácil de identificar, a planta começa a perder mais folhas do que as que nascem e as novas folhas param totalmente de crescer ou crescem muito devagar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;7. Com que quantidade e frequência devo "alimentar" a minha planta?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As plantas não precisam de ser alimentadas, na natureza ninguém as alimenta e elas sobrevivem. Se estiverem no exterior elas conseguem "safar-se" sozinhas, pois os insectos são atraídos para as armadilhas através dos odores característicos exalados pela própria planta. Caso estejam no interior, normalmente também não é necessário "alimenta-la", porque à sempre um ou outro insecto que vai lá parar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas mesmo que as plantas não apanhem nenhum insecto pelos seus próprios meios elas não morrem e continuam a desenvolver-se normalmente porque tal como as outras plantas elas fazem fotossíntese e não estão exclusivamente dependentes dos insectos que apanham.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É claro que, as plantas que apanham insectos desenvolvem-se mais rapidamente, portanto havendo paciência e oportunidade as plantas podem ser "alimentadas". Nesse caso à que levar em conta alguns detalhes importantes, geralmente basta colocar o insecto na armadilha, mas no caso das Dionaeas não é assim tão simples, as Dionaeas detectam o animal pelo seu movimento e mesmo depois de fecharem vai ser esse mesmo movimento que vai fazer com que a planta inicie a digestão, é a forma que a planta tem de saber se apanhou um algo ou não, por isso no caso das Dionaeas é importante que o animal esteja vivo e a mexer.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em relação ao tamanho, deve-se escolher um insecto que tenha uma tamanho proporcional à armadilha.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde que o insecto caiba na armadilha é porque o tamanho está certo, pois se tal não acontece, a armadilha não vai fechar hermeticamente durante o processo de digestão, fazendo com que a armadilha apodreça.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caso isso aconteça não há problema nenhum, a planta não vai morrer. A planta está sempre a produzir novas armadilhas, estando no exterior, por vezes o insecto capturado é demasiado grande para a armadilha e esta não fecha hermeticamente, levando a que apodreça.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De qualquer maneira, uma armadilha só dá em média, para 2 ou 3 refeições ao fim das quais apodrece normalmente e é substituida por outra nova folha(armadilha).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-7838578420806366546?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/7838578420806366546/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/09/conselhos-e-dicas-para-iniciantes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/7838578420806366546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/7838578420806366546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/09/conselhos-e-dicas-para-iniciantes.html' title='Conselhos e dicas para iniciantes'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-4982512444754379635</id><published>2009-09-25T07:46:00.006+01:00</published><updated>2009-10-17T07:16:13.286+01:00</updated><title type='text'>Plantas carnívoras em Portugal</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Plantas carnívoras em Portugal&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Portugal estão referênciadas oito espécies de plantas carnívoras espontâneas, pertencentes a duas famílias &lt;i&gt;Droseraceae&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Lentibulariaceae&lt;/i&gt;, no entanto, a ausência de estudos recentes de biologia, ecologia e distribuição não permite afirmar, com absoluta certeza, que todas essas espécies ainda possam ser encontradas em território nacional. De modo a desvendar o misterioso mundo das plantas carnívoras que existem em Portugal, segue-se, uma breve caracterização das diferentes espécies.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta caracterização, inicia-se pelas orvalhinhas, pertencentes  á família &lt;i&gt;Droseraceae&lt;/i&gt;, que são pequenas plantas carnívoras que surgem em locais húmidos ou pântanosos. Tratam-se de plantas com uma distribuição ubíqua e das cerca de noventa espécies conhecidas podemos encontrar duas em Portugal &lt;i&gt;Drosera rotundifolia&lt;/i&gt; e D. intermdia. No nosso País, as duas espécies de orvalhinhas encontram-se quase confinadas ao norte do rio Tejo, sendo que a &lt;i&gt;D. rotundifolia&lt;/i&gt; surge quase exclusivamente a norte do rio Vouga.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São plantas vivazes que raramente ultrapassam os vinte centímetros de diâmetro. As suas folhas modificadas, com uma forma idêntica á mão humana, encontram-se recobertas por aproximadamente duzentas glândulas pediculadas recobertas por mucilagem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Logo após o contacto com a presa, geralmente pequenos insectos que pousam inadvertidamente sobre as folhas, as glândulas pediculadas começam a curvar-se de modo a envolver a preciosa refeição.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segue-se a acção das enzimas digestivas que são libertadas pelas glândulas e a absorção dos produtos assimilveis do insecto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acabado todo o processo, as glândulas e a folha retomam a posição inicial, sendo bastante comum encontrar os restos mortais dos últimos insectos que foram capturados e digeridos pela planta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=droserarotundifolia.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="drosera rotundifolia" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/droserarotundifolia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=droserarotundifolia1.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Photobucket" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/droserarotundifolia1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Drosera rotundifolia&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=droseraintermedia3.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="drosera intermedia" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/droseraintermedia3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=droseraintermedia2.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Photobucket" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/droseraintermedia2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Drosera intermédia&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda na família &lt;i&gt;Droseraceae&lt;/i&gt; é importante destacar a ocorrência de um endemismo ibero-marroquino: a erva-pinheira-orvalhada (&lt;i&gt;Drosophyllum lusitanicum link&lt;/i&gt;). Esta designação pela qual é conhecida deve-se ao facto da planta estar coberta por gotas brilhantes de mucilagem, fazendo lembrar o orvalho matinal. uma planta com cerca de vinte a trinta e cinco centímetros de altura, que ocorre em solos secos, siliciosos ou xistosos, estando confinada a algumas populações isoladas ao longo de uma estreita faixa litoral do nosso País.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quase todos os estudos existentes sobre esta planta resultou do trabalho de botânicos portugueses, tais como: o &lt;i&gt;Prof. Carlos Frana&lt;/i&gt;, o &lt;i&gt;Prof. Aurélio Quintanilha&lt;/i&gt; e o &lt;i&gt;Prof. Abílio Fernandes&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=Drosophyllumlusitanicum.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Drosophyllum lusitanicum" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/Drosophyllumlusitanicum.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Drosophyllum lusitanicum&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As restantes carnívoras que ocorrem espontaneamente em solo português incluem-se na família &lt;i&gt;Lentibulariaceae&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trata-se de uma família com enorme heterogeneidade morfológica, onde se incluem plantas que vivem tanto em lugares húmidos(por ex. as &lt;i&gt;pinguicolas&lt;/i&gt;) como em lugares completamente submersos (por ex. as &lt;i&gt;utricularias&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No nosso país encontram-se apenas duas espécies &lt;i&gt;Pinguicula vulgaris&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;P. lusitanica&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;P. lusitanica&lt;/i&gt; são pequenas plantas com raízes pouco desenvolvidas e que se distinguem das outras plantas por apresentarem uma pequena roseta de folhas aplicadas ao solo, do centro da qual emerge, na época da floração, a respectiva haste floral que suporta uma única flôr.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As folhas são geralmente de côr verde-clara e apresentam os bordos ligeiramente enrolados, a parte superior revestida por glândulas que produzem mucilagem que funciona como primeiro mecanismo de captura dos insectos. Após sentir a presença dos insectos a debaterem-se para se libertarem do visco que os aprisiona, inicia-se o enrolamento da folha de modo a envolver melhor as presas nas enzimas digestivas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os insectos são atraídos para as folhas das &lt;i&gt;pinguicolas&lt;/i&gt; através de um intenso odor a cogumelos putrefactos exalado pela planta. A outra espécie(&lt;i&gt;Pinguicula vulgaris&lt;/i&gt;), possui um aspecto bastante similar ao anterior, diferenciando-se dela apenas pelas suas maiores dimensões e pela côr mais escura das suas flores. A &lt;i&gt;P. vulgaris&lt;/i&gt; é sem dúvida, a planta carnívora mais rara do nosso país, uma vez que só é conhecida uma única localização em Portugal. Já o mesmo não acontece com a &lt;i&gt;P. lusitanica&lt;/i&gt;, que possui várias localizações ao longo do litoral a norte do rio Vouga.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aliás, esta espécie encontra-se associada ás orvalhinhas, uma vez que ambas possuem idênticas exigências climáticas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=pinguiculalusitanicatypSouthEurope1.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Pinguicula lusitânica 2" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/pinguiculalusitanicatypSouthEurope1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=pinguiculalusitanicatypspain2.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Pinguicula lusitânica" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/pinguiculalusitanicatypspain2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Pinguicula lusitânica&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=pinguiculavulgaris2.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Pinguicula vulgaris" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/pinguiculavulgaris2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=pinguiculavulgaris4.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Photobucket" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/pinguiculavulgaris4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Pinguicula vulgaris&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Resta falar sobre as &lt;i&gt;Utriculárias&lt;/i&gt; que pertencem a um género com uma distribuição ubíqua e que inclui o maior número de espécies: cerca de trezentas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em Portugal podem encontrar-se três dessas espécies &lt;i&gt;Utricularia subulata&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;U. gibba&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;U. australis&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A primeira de caules capilares e subterrâneos, que se julga poder estar já extinta no nosso país, uma vez que não é vista em território nacional desde dos anos quarenta do século passado, enquanto as duas últimas são hidrófitos submersos ou flutuantes que habitam as lagoas e pântanos de água doce.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pelo facto de viverem completamente imersas, estas plantas são das mais desconhecidas de todas as plantas carnívoras, uma vez que são difíceis de observar, excepto na altura de floração, que vai de Junho a Setembro, em que as flores de côr amarelada se elevam acima da superfície da água denunciando a sua presença.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As &lt;i&gt;utriculárias&lt;/i&gt; são desprovidas de raízes e possuem um caule muito fino sobre o qual se inserem, formações foliceas. Distribuídas e ligadas aos líbulos foliares por curtos pedínculos, encontram-se pequenas vesculas ou utrículos, que constituem armadilhas altamente especializadas, com que estas plantas capturam as suas presas aquáticas: crustâceos e larvas de insectos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dado o grande número de espécies existentes neste género,  é natural que exista uma enorme variedade morfológica de &lt;i&gt;utriculrias&lt;/i&gt;, no entanto, o funcionamento das suas armadilhas idêntico em todas elas: os utrículos so pequenos sacos com uma única abertura, junto qual existem, normalmente, pêlos sensitivos que detectam a presença das pequenas presas. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando algum animal aquâtico estimula os pêlos sensitivos, o utrículo aspira-o em milésimos de segundo, enquanto a presa se vai debatendo no interior do utrículo, a planta vai libertando as enzimas digestivas que acabam por matar e digerir a próxima refeição e para terminar todo este minucioso processo, resta planta absorver os nutrientes do interior da sua armadilha.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo investigações mais recentes, nas províncias situadas a norte do rio Douro, constata-se que em muitas das localizações identificadas no século passado estas plantas já se extinguiram.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=utriculariasubulata1.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Utricularia bulata" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/utriculariasubulata1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;   &lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=utriculariagibbasspexoleta1.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Utricularia gibba" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/utriculariagibbasspexoleta1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;   &lt;a href="http://smg.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/?action=view&amp;amp;current=utriculariaaustralistypNorthGermany.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img alt="Photobucket" border="0" src="http://img.photobucket.com/albums/v638/REASON_X/ReasonX%20PCs/utriculariaaustralistypNorthGermany.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só para referir alguns exemplos, poder-se-à afirmar, que a &lt;i&gt;D. intermdia&lt;/i&gt;, a &lt;i&gt;U. australis&lt;/i&gt; e a &lt;i&gt;P. lusitanica&lt;/i&gt; já desapareceram dos arredores do Porto (Pedras Rubras, Boa Nova e Santa Cruz do Bispo). Também a &lt;i&gt;D. lusitanicum&lt;/i&gt; existente na serra de Santa Justa, em Valongo, corre o risco de desaparecer devido ao despejo ilegal de resíduos, movimentação de terrenos e ao pisoteio resultante da prática de actividades de ar livre.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Numa das suas localizações nesta serra, a espécie já se encontra extinta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dada a reduzida distribuição geográfica da maioria das plantas carnívoras em Portugal, seria necessário e importante despertar novamente o interesse para estas plantas que há muito deixou de ser visto como um milagre da natureza e que vai desaparecendo silenciosamente do nosso património botánico sem sequer ter sido visto e conhecido pela esmagadora maioria dos portugueses que geralmente até desconhece que estas plantas existem em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-4982512444754379635?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/4982512444754379635/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/09/plantas-carnivoras-em-portugal.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/4982512444754379635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/4982512444754379635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/09/plantas-carnivoras-em-portugal.html' title='Plantas carnívoras em Portugal'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3716863003735402650.post-8465255338976546572</id><published>2009-09-25T07:14:00.005+01:00</published><updated>2009-10-17T07:17:04.045+01:00</updated><title type='text'>O que são plantas carnívoras?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;O que são plantas carnívoras?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Plantas carnívoras são plantas com a capacidade de capturar animais, através de enzimas digestivas, extraindo compostos nitrogenados para seu próprio aproveitamento. São normalmente habitantes de solos pobres e encharcados, com pouca disponibilidade de Nitratos (essenciais para a síntese da molécula de clorofila), dependendo assim do nitrogénio contido nas proteínas dos animais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As plantas carnívoras são nativas da faixa tropical, ocorrendo no Sudeste Asiático, América e Austrália, algumas no sul da Europa e África. Muito embora existam géneros ou famílias inteiras adaptados ao clima temperado. As plantas carnívoras foram descobertas pela primeira vez no séc. XVIII, mais precisamente em 1768, quando o botânico inglês &lt;i&gt;J.  Ellis&lt;/i&gt; chamou a atenção para o espantoso e curioso processo de captura  de insectos na &lt;i&gt;Dionaea muscipula&lt;/i&gt;. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde essa data, mais de seis centenas de espécies de plantas foram estudadas e adicionadas á lista das plantas consideradas carnívoras. Estas plantas constituem um grupo botânico sem qualquer significado taxonómico, dado que o carnivorismo nas plantas parece ter resultado da evolução convergente, ou seja, ao longo dos tempos a selecção natural foi priviligiando a sobrevivência de plantas oriundas de famílias diferentes, mas que conseguiam capturar e digerir pequenos animais. Apesar desta curiosa capacidade de se nutrir de animais (propriedade que era tida como exclusiva do reino animal), as plantas carnívoras mantêm todas as características de qualquer outro ser vivo do reino vegetal(são plantas verdes onde ocorre fotossíntese). &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contudo, para assegurar a sua sobrevivência, estas plantas necessitam de completar o seu metabolismo com os aminoácidos resultantes da digestão de pequenos animais, que ocorre nas folhas, em zonas glândulares, por intensa actividade de enzimas proteases e fosfatases que digerem as presas. Vários estudos têm demonstrado que a nutrição heterotrófica aumenta o crescimento e desenvolvimento destas plantas e que, em algumas espécies, parece ser essencial para que ocorra a floração, ou seja, a possibilidade de perpetuar a espécie. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por esta razão, o carnivorismo nas plantas encarado como uma adaptação nutricional relacionada com os solos deficientes em azoto, como acontece com as zonas pantanosas e turfeiras onde ocorre a maioria das plantas carnívoras conhecidas. As folhas das plantas carnívoras são normalmente o local de captura das presas, apresentando adaptações morfológicas e fisiológicas mais ou menos especializadas na atracção, captura e digestão dos animais. As armadilhas estão, geralmente, recobertas por muco, uma espécie de cola que retém as presas, e podem possuir movimento, aumentando dessa forma a eficácia da captura dos insectos. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No entanto, não basta ter armadilhas eficazes, é preciso conseguir atrair até elas as presas, assim, é comum as plantas carnívoras exalarem odores característicos, de matéria orgânica em decomposição ou adocicados, que funcionam como chamariz para a maioria dos insectos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3716863003735402650-8465255338976546572?l=mundoplantascarnivoras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/feeds/8465255338976546572/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/09/mensagem-de-teste.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/8465255338976546572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3716863003735402650/posts/default/8465255338976546572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoplantascarnivoras.blogspot.com/2009/09/mensagem-de-teste.html' title='O que são plantas carnívoras?'/><author><name>ReasonX</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15631641071555561617</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_RE26Te_g6f8/SrxilBTyDxI/AAAAAAAAAAk/HHAQUu4i3TU/S220/dionaea+muscipula+4.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
